Amanhã

Pela primeira vez lhes apresento: AMANHÃ!

Escrevo aqui o que exatamente farei amanhã. Na verdade, amanhã e no resto do tempo que me separa do fim do domingo depois do feriado de corpus crist. Se é que corpus crist se escreve assim mesmo, pela primeira vez também fiquei com preguiça de digitar a palavra na ferramenta de busca do google e deixar ele me corrigir.

Viajarei, de volta. Como eu disse, eu volto, sempre volto. Acho que isso resumi boa parte das minhas viagens pelo Brasil, são sempre voltas. Sempre atrás das pessoas que guardo no coração e na mente e me fazem falta quando estão longe demais para serem abraçadas calorosamente.

E como sempre, entrarei naquela mesma situação quase de sequestro e caceragem por cerca de 6 horas inteiras, percorrendo boa parte do estado de São Paulo. Realmente muito triste, quase tão triste quanto o frio, mas este último ao menos aproxima as pessoas próximas. Parece ambiguidade, mas é porque nem todos ao seu lado estão junto com você. Mas vale realmente a pena pelas pessoas que encontrarei.

Festa na escola, escola, escola, boliche (esse não é na escola, felizmente), mais alguns detalhes junto com pessoas próximas mas que nem sempre estão tão perto fisicamente assim farão do feriado um período feliz, tão feliz quanto feliz era o feliz das histórias de conto de fadas. Espero que seja tão feliz quanto o número de palavra feliz deste post. Espero que as coisas aconteçam como previsto, que o destino esteja ao nosso lado.

Logo logo o amanhã começa. Não muito tempo depois, acordarei e viverei tudo isso. Farei de tudo para as coisas funcionarem.

Li hoje muito Calvin and Hobbes, um quadrinho muito bom criado, escrito, ilustrado por Bill Watterson do ano de 1985 a 1995. Recomendo. Procurem por ai, são dez anos de quadrinhos. A editora Conrad começou esses dias a publicação de várias tiras que até onde entendi serão públicadas em uma série de livros, que podem ser comprados no site da própria editora ou nas melhores livrarias de todo o país. (Pronto! Ganhei o jabá de hoje)

Voltando. Acho que é só. Termino por aqui o texto, na verdade, terminarei o texto no ponto-e-vírgula.

Fernando “Calvin” Hattori

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Presente

Reescrevendo o título: Presente (Campanha parte II).

Muitos devem pensar: “mas seria aquele post anterior a campanha parte I?”. Respondendo: “não, claro que não”. Só acho que me aconteceu no período de tempo entre a última postagem e essa coisas que me fizeram pensar em várias outras coisas que levaram à criação dessa nova parte da mesma campanha.

Na verdade, como a idéia não foi muito bem digerida, degustada, analisada e pensada, talvez o post fique bem confuso, já que estou pensando e escrevendo ao mesmo tempo. Mas o que aconteceu nesse período de tempo foi o que chamamos de aniversário (evento que acontece anualmente em comemoração de um outro acontecimento de grande importância pelo menos para a pessoa envolvida). Não devia ter feito essa descrição de aniversário, pois ela acabou de tornando óbvia e repetitiva.

Esse aniversário não comemorava o nascimento de minha pessoa, mas sim de outra pessoa muito querida por minha pessoa. Tão querida que achei merecedora de um presente, o qual não pude entregar pessoalmente, mas isso foi facilmente resolvido por certos detalhes e confortos da vida moderna em uma cidade civilizada (ou nem tanto assim).

Feito a encomenda e entregado o pedido, começou-se a magia toda. A felicidade (grande objetivo da campanha) surgiu. Não posso afirmar com toda a certeza, apesar de acreditar nisso, que tenha aparecido na presenteada. Mas com certeza, o presenteador ficou realmente feliz. É realmente agradável a idéia de se presentear alguém, é realmente feliz a idéia de fazer outros felizes, é realmente feliz a idéia de lembrar-se das outras pessoas.

Acho que descobri o que desejo ser quando crescer: “presenteador”. Me tornarei rico para poder comprar presentes para todos. Ficarei rico através dos caminhos que me parecerem mais justos, honestos e agradáveis e continuarei presenteando as pessoas ao meu redor.

Presenteie, dê presentes. Acho que as pessoas já se cansaram dessa coisa de campanha para felicidade geral, mas é que realmente recebi elogios e achei essa pequena boa idéia interessante o suficiente para ganhar algumas linhas de texto, mesmo que em um blog do submundo da internet.

Só para não esquecer: sei que já passou, mas PARABÉNS, Jéssica! FELICIDADES!

Fernando “correndo mais um pouco” Hattori

Campanha

Por favor, não leiam. Realmente não me resposabilizo por nada que tenha sido escrito aqui. Eu avisei.

Mas se mesmo assim você está lendo esse post com esse nome um tanto quanto estranho continue lendo até o fim. Não pare até terminá-lo. Se por algum motivo tiver que parar de ler no meio, comece do início ou não termine. Está avisado. Se não gostar, comente e explique-se, mas se gostar, comente e acrescente.

Campanha? Sim! Campanha pelo mundo diferente.

Se você pode ler isso, espalhe para todo mundo que não é cego e diante dessa dádiva que lhe foi dada espalhe a felicidade. Faça os outros felizes, cegos ou não. Ensine-os as velhas brincadeiras infantis, adultas ou adolescentes; passe, repasse e repasse de novo coisas que lhe fazem feliz. Tente garantir que seremos todos felizes.
Mesmo se for cego e por algum outro modo consegue “ler” isto, use essa sua habilidade para fazer as pessoas ao seu redor felizes mesmo que não possa vê-las.

Caso tudo funcione perfeitamente e isto tiver uma repercussão mundial, conseguirei provar para mim mesmo que algumas velhas crenças minhas são totalmente tolas e pessimistas. Provarei que é mentira que a medida que uma pessoa se torna mais feliz outra necessariamente se torna mais triste, como se uma grande proporção regesse as coisas todas na humanidade. Todos podem ser felizes ao mesmo tempo.

Provarei isso por mim mesmo. Quero transbordar de felicidade sem ser atingido por olhos tristes e magoados de outras pessoas pelas ruas quando passar por elas.

Às ruas.

Fernando “correndo” Hattori

Miss

Este não é um texto sobre a miss universo, brasil, são paulo ou qualquer outro tipo de território nacional. Não espere me ver comentando sobre nenhuma bela mulher aqui, quero dizer, não espere me ver comentando sobre nenhuma bela miss aqui. Pois uso aqui o termo “Miss” do inglês falta, uma das melhoras adaptações em inglês para uma palavra da nossa língua portuguesa: Saudades.

Alguns dizem que essa palavra não possui tradução para nenhuma outra língua, mas é claramente uma falácia como provado no caso da palavra miss do inglês. Cada língua/cultura trata a saudade de seu próprio jeito e é bastante egocentrísmo dizer algo do tipo. Como disseram os conquistadores europeus durante a expansão marítima para as américas que as linguas indígenas sem “L” e “R” não possuiam leis nem Rei.

Voltando ao tema (na verdade, palavra) central. Saudades. Palavra do latim solitas ou solitatis, é uma espécie de lembrança quase nostálgica de um bem especial, acompanhada geralmente pelo desejo de revê-lo ou possuí-lo.

Acho que esta é uma das palavras que regem boa parte dos meus pensamentos nos dias de hoje. Saudades daquilo que aconteceu a alguns dias, a alguns meses, a alguns anos e a alguns segundos. Algumas outras palavras também têm seguido meus pensamentos como: prova, trabalho, universidade. Mas essas, com menos significados realmente importantes ou significados simples e exatos demais, acabam tendo pouca expressividade.

Este é sim outro post meio sentimental, mas acho que estou escrevendo-os porque tenho agora pouca coisa para dizer. E isso é o que vem à mente antes de tudo.

Obrigado pela atenção de qualquer modo.

Fernando “sentindo” Hattori

Caos nas universidades públicas

O título desse post não é por mero acaso.  Apesar de minha felicidade com meus amigos (matando saudades dos bons amigos de minha cidade natal) de todos os lugares, o situação está realmente caótica.

Em um planeta cheio de problemas, como universidades e as pessoas diretamente ligadas a elas parando seu trabalho em prol de uma reivindicação contra decisões totalmente absurdas. Exclarecendo para aqueles com o telencéfalo pouco desenvolvido que assistem ao jornal da maior emissora de televisão do país e acham que entendem toda a situação que a educação superior do pais tem passado: não, os decretos do governador do estado não se resumem à obrigação das universidades públicas do país a prestarem contas à união, mas esses decretos acabam com toda a independência e autonomia dessas grandes instituições de ensino, pesquisa e extensão.

As pesquisas dentro dessas universidades estão no alvo de controle do estado ignorante, que deseja exigir que essas pesquisas sejam feitas com objetivos mais práticos do que teóricos. Algo estremamente ruim, pois qualquer pessoal com o mínimo de consciência e razão sabe que isso não deveria ocorrer sob hipótese nenhuma, pois sem forte embasamente teórico não é possível levar nenhuma pesquisa a lugar nenhum.

Faremos uma grande revolução. Iremos nos mecher. As pessoas recuarão diante da nossa vontade contra tudo isso.

Nesse mesmo mundo caótico, pessoas tentam vender coisas bizarras como “nada”. Acho que não comprarei isso, pois tenho muito medo de vir com defeito.

Espero que isso passe logo, que o mundo volte ao normal. E que os anjos vençam a batalha entre o bem e o mal.

Capítulo XXII

Diálogo entre Adão e Eva

MAR
. . . . . ?

ANA
. . . . . .

MAR
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. . . . . . . . . . . . . . . . . .

ANA
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MAR
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ANA
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. . . . . . . . . . . . . . . ? . . . . . . . . . . . . . . . .
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MAR
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ANA
. . . . . . .

MAR
. . . . . . . . . . . . . . . . . .
. . . . . . . . . . . . . . . . . .
. . . . . . . . . . . ! . . . . . .
. . ! . . . . . . . . . . . . . . .
. . . . . . . . . . . . . . . . . !

ANA
. . . . . . . . . . . . . . . . . ?

MAR
. . . . . . . !

ANA
. . . . . . . !

 

Mil Perdões a Machado de Assis e sua obra Memórias Póstumas de Brás Cubas de onde tirei todo o corpo do início desse texto e outros mil perdões a Fernando Anitelli e sua obra “Ana e o Mar” de onde tirei os nomes dos personagens. Mas resolvi fazer essa junção só para lembrar a todos dessa duas grandes obras e artistas. E também porque eu simplesmente senti vontade.

Apesar da grande ironia utilizada em todo o livro de Machado de Assis e da pureza da música de Fernando Anitelli, o que impossibilitaria a união de tais obras, elas se encontram aqui lado a lado. Posando quase nuas para admiração de todos: ouçam essa música, leiam esse livro.

Sintam o que desejarem e bem entenderem, mas não se esqueçam da genialidade de dois brasileiros. Um negro carioca e o outro branco osasquense.

Entendam o que eu entendi. Mas, antes, releiam.

Fernando “entendendo” Hattori

Answer/Antwort

Irei direto ao assunto, sem mais delonga.

Mas antes, um pequeno parêntese: esse post deveria chamar respostas, mas achei muita falta de criatividade, por isso coloquei o nome dele em outros dois idiomas: o inglês, linguagem mais comum na internet, e o alemão, em homenagem ao papa (sim, alemão) que visitou o Brasil nos últimos dias.

Respondendo aos comentários que meu último post recebeu.  Gostei muito de todos os textos, acho que todos estão realmente de parabéns. Viajar bastante no texto era algo totalmente válido, principalmente, se fosse levar em consideração o meu próprio texto.

Pensei bastante em uma resposta, mas como acho que realmente mesmo assim não pensei o suficiente, deixo aqui uma resposta bem simples, acho que a mais simples de todas, para incrementar ele, então, colocarei um título talvez bastante conhecido dos telespectadores de sessão da tarde.

“10 coisas que odeio em você”

– Odeio Sabugo, Sandy, Caneca, Lã, Agricultura Hidropônica, Óculos, Estatística, Elefante Rosa, Meridiano de Greenwic e Pé.

Bonito não? O texto acabou não ocupando mais que três linhas.  Mas de qualquer modo, parabenizo de novo as pessoas que tentarem escrever algo legal por aqui e como nenhum blog escreveu nada, não deixarei nenhum link nesse texto.

Se eu não vê-los de novo, bom final de semana!

Fernando “voltando” Hattori

Dia de hoje

Hoje!

Diferente de ontem, de amanhã, de antes de ontem e de depois de amanhã. Pelo menos assim espero.

10/05/2007. Essa sequência de números nessa mesma ordem nunca mais acontecerá no calendário cristão. Exceto talvez no ano de 12007, mas de acordo com cientistas pequisando sobre o aquecimento global e outros grandes desastres do planeta Terra, esse ano não chegará.

Esse dia é único. Mas espero como hoje escrever algo, mesmo que não seja tão interessante para todos, e ganhar dinheiro, muito mais dinheiro que o que ganhei hoje, mas tudo no seu devido tempo, é claro.

Ganhar dinheiro por escrever? Talvez, quem sabe.

Qualquer um que leia esse post e leu os meus anteriores talvez estranhe o fato de estar utilizando de frases curtas, com poucas orações extensas e muitos parágrafos. Mas para não deixar ninguém sentir essa diferença, estou escrevendo esse parágrafo o mais extenso possível. É claro que isso é realmente difícil, algo que algumas pessoas deviam tentar: como extender ao máximo um parágrafo sem perder o ritmo ou o assunto. Mas, desisto.

Proponho aqui um desafio para os bloggers que estejam lendo esse texto ou a qualquer um que leia isso e resolva fazer um blog para cumprir com meu desafio.

Escreva um texto, logicamente, com sentido que contenha as seguintes palavras:

– Sabugo, Sandy, Caneca, Lã, Agricultura Hidropônica, Óculos, Estatística, Elefante Rosa, Meridiano de Greenwic, Pé.

O melhor receberá um parabéns e o direito de continuar a brincadeira. Podem postar é claro nos comentários também.

Respostas

Acho que alguns leram o título do post e talvez imaginem um post cheio de respostas para questões como a vida, o universo e TUDO. Mas diferente do google.com não possuo essas respostas todas e nem conhecimento suficiente para me arriscar a tentar respondê-las.

Claro que se você procurar no google por: “the answer to life, the universe, and everything”, ele lhe dará uma resposta exata: 42. Podem tentar.

Mas como dizia, não é esse o objetivo no post e, aliás, o objetivo do post foi deixado de lado enquanto eu o escrevia. Pretendia, seguindo conselhos de um amigo (dessa vez não é o Mário), tentar responder aos comentários que as pessoas deixaram sob os meus textos.

Realmente, pensei nessa possibilidade. Quem sabe comentar alguma opinião legal que alguém possa ter dado nessa páginas de internet que formam este blog, seria algo realmente interessante.

Resolvi fazer isso em forma de post periódicos com o nome de Reposta, onde eu tentaria comentar alguns comentários. Mas exatamente quando eu percorria meus textos atrás dos comentários de meus leitores, percebi que são comentários de mais (o que é realmente bom, mas inviabiliza uma tentativa como esta). Tornando a seleção realmente complicadam, portanto, resolvi arquivar essa opinião.

E também venho por meio desta esclarecer que não respondo aos comentários feitos aos meus textos por motivos temporais. Mas leio todos, sem excessão, reflito sobre o assunto e realmente absorvo todas as idéias. Por isso agradeço a todos que lêem meus textos e deixam suas opiniões escritas aqui, não se sintam desprezados. Algum dia, por mais remoto que este seja, eu faço algo parecido com comentários para os comentários. Ou talvez amanhã eu faça.

Fernando “atenciosamente” Hattori

Lava-rápido

Contexto: para todos aqueles que não moram em São Paulo, essa parte denominada contexto fica uma explicação sobre o assunto e para aqueles que moram, eu sinto muito.

Continuando, isso tudo aconteceu, acontece e sempre acontecerá nos transportes públicos de São Paulo, principalmente, em trens com aqueles que insistem em percorrer a abandonada e nem tão conhecida linha F. Dentro dessas grandes máquinas que carregam os seres humanos, alguns destes se aproveitam desse grande aglomerado de pessoas, que não podem fazer nada além de esperar para chegar em seu destino, para ganhar o chamado pão de todos os dias ou de cada dia, não importa.

Alguns vendem diversos itens dentro desses vagões, coisas muito variadas que podem tomar forma de barras de chocolates, sorvetes, pacotes de amendoins, balas, latas de refrigerante, latas de cerveja, garrafas de água. Mais raramente, podemos presenciar presuntos inteiros percorrendo esses trens sendo vendidos por homens em busca do sustento. Esse tipo de comércio é, para que todos se lembrem, proibido por lei e avisado através de placas dentro dos próprios veículo, mas aqueles que conseguem ler ignoram.

Infelizmente isso já é bastante comum.

Esse vendedores ambulantes disputam espaço com outros conhecidos: os pedintes. Pelo menos é isso que a grande maioria das pessoas pensam quando os vêem passando pelo corredores dentro dos vagões implorando algumas moedas. Mas mal sabem elas que os pedintes na verdade também são vendedores, mas diferentemente dos outros, não vendem produtos, vendem serviços.

Essa pessoas lavam consciências. Portanto, passo a chamar os pedintes de lavadores de consciência. Com sua simplicidade, esses trabalhadores passam, pelos trens oferecendo seu serviço, é claro, que essas pessoas não são diretas quanto ao que fazem, pois se fossem a lavagem não seria completa. Ou seja, elas se dizem mendigos, mas por trás daqueles maltrapilhos e farrapos que vestem, são lavadores de consciência.

O único e maior problema é a banalização desse tipo de serviço, como qualquer um que não possua salário, nem escolaridade e nem roupas descentes está pré-disposto a se tornar um profissional na área, podemos encontrar essas pessoas aos montes espalhadas por toda parte de São Paulo.

Além disso, o serviço é muito mal pago, pois na verdade, não existe um preço fixo ou tabelado. O cliente tem razão absoluta nesse caso, pois o quanto este desejar pagar, assim será.

Confesso que utilizo o serviço dessas pessoas, pelo baixo custo e portanto alto custo-benefício. Mas que provavelmente por causa do preço que pago, não costumo ter minha consciência totalmente limpa. Outra hipótese seria que esses profissionais não estão fazendo o serviço adequadamente, talvez fosse, então, o caso de pedir meu dinheiro de volta.

Fernando “consciência limpada” Hattori