Is it the end?

Este será um texto bastante curto, talvez porque fale sobre o fim. E o final é mais curto que o começo, além de o fim ser menor que o início, literalmente.

Mas como muito bem disse minha cara amiga Érica: “Está acabando o semestre, já aprendeu espanhol?”

Acho que não. E isso é preocupante. Mas tudo bem, como ela também disse em outra ocasião: “Adia a matéria, então!”

Se vocês não entenderam, está é uma homenagem a uma querida amiga. Conhecida da faculdade, logo no início do ano passado. Uma pessoa legal, amável, que nos deu carona por um aproximadamente um mês nesses tempos difíceis. ela também é louca, é claro, mas isso não importa.

Boa sorte a todos nós nesse final de semestre! Que aprendamos espanhol até a última prova.

obs.: já pode alterar o título do post para Érica Saratani Huang.

Fernando “hunter” Hattori

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Anotações de uma semana

Cumprindo a sina desse blog, deixo aqui as anotações da penúltima semana do primeiro semestre do período letivo da Escola de Artes, Ciências e Humanidades da Universidade de São Paulo pelo menos para o segundo ano matutino do curso de Sistemas de Informação, ou seja, semana passada, que teoricamente termina junto com o dia de hoje. Descobertas várias coisas durante o decorrer do tempo, sempre foi bom anotá-las em qualquer canto de qualquer lugar para possível futura necessidade vital de recorrer a elas. Este é o objetivo/intenção/motivação deste post em si.

Desculpem-me os parnasianos, mas este não é um post pelo post, ele tem uma justificativa quase socio-política (e por que não economica?) de ocupar o espaço em bytes que ocupa em algum servidor distante.

Notebook, lap top, não deixarei aqui a descrição de o que exatamente são essas coisas, como pensei de início por três motivos bem simples: 1) preguiça, 2) falta de necessidade prática.  Mas o que importa sobre isso é que adquiri um aparelho destes, na tão famosa rua Santa Ifigênia, onde por mero acaso ou conhecidência está localizada a igreja de Santa Ifigênia. Não paguei muito mais por ele do que “Uns Braços” + “A Cartomante”. (só uns parênteses: ambos de Machado de Assis).

Nessa tão famosa rua do centro de São Paulo são vendidos quase todos os tipos de aparelhos eletrônicos por preços baixíssimos. Essa grande concentração atrai milhares de pessoas para as proximidades da estação de metrô São Bento todos os dias, incluindo aos sábados, detalhe que a estação São Bento conhecida pela igreja de São Bento que abrigou o papa Bento XVI dá acesso fácil também à rua 25 de março, mas isso não vem ao caso.

Essa grande concentração de pessoas atrás de aparelhos eletrônicos, atrae também vendedores de todo tipo de comida/bebida de embalagem simples e fácil de comprar ou carregar, como latas de refrigerantes, garrafas de águas, torrones, etc. Alguns desses vendedores possuem poderes mágicos ou místicos de surgir diante de você, fazê-lo comprar o produto dele e sumir como veio. Fato facilmente explicado pela presença de alguns policiais na região.

Acho que terminei o que tinha para anotar e deixar para a eternidade humana, pelo menos por hoje.

Mas queria deixar constar também: ambulâncias do tipo SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) são criadas, como porcos, tem uma grande criação em uma grande área nos fundos do prédio onde resido. O mais intrigante é que elas se reproduzem e se multiplicam rapidamente, eram 52 semana passada, agora são 72. Acho que está explicado alguns barulhos de sirenes em certos momentos do dia e da noite.  Tomem extremo cuidado ao entrar em uma dessas.

Fernando “via wireless” Hattori

Volta às aulas

Sem horas e sem dores. Respeitável público pagão. Bem Vindos à volta às aulas. Sintaxe à vontade.

Adaptando a boa e grandiosa entrada da trupe do show de O Teatro Mágico para a realidade daquilo que me acontece nessa segunda-feira próxima, acredito que ficaria exatamente como decrito no primeiro parágrafo deste texto que promete ser curto, mas não raso.

Nessa última semana fiz quase tudo aquilo que um estudante da considerada maior universidade do país não deveria fazer, incluindo falta às aulas e recesso escolar quase total. Perdi cerca de seis aulas, sendo uma aula de cada um das cinco matérias do semestre e mais uma de Matemática Discreta. É claro que isso não é exatamente uma grande perda mesmo que no último mês do semestre a cerca de duas semanas das duas semanas finais repletas de provas e trabalhos.

Trabalhos: não perdi nenhum, eles continuam dentro dos prazos estabelecidos. Mas infelizmente terei que compensar o tempo perdido e fazer tudo dobrado nessa semana que resta antes do início das provas finais, preciso programar, corrigir e fazer trabalhos ainda. Felizmente, a semana não foi totalmente perdida nesse aspecto considerando que já iniciei boa parte dessas coisas todas.

Matéria perdida: considero relevante, na verdade, somente as matérias perdidas durante as aulas de MD (Matemática Discreta), Introdução à Estatística e GA (Matrizes, Vetores e Geometria Analítica). As outras duas podem ser recuperadas com certa facilidade.

Este post pode parecer com um grande arrependimento de ter feito o que fiz durante essa semana. Mas esclareço que na verdade estou pesando tudo aquilo que perdi e ganhei na última semana. Vejam os posts passados, releiam este.  Ainda considero uma boa idéia ter feito o que fiz, não me arrependo de quase nada. Entendo e aceito as consequências de tudo.

Entendo que não possuo a pedra filosofal que me permitiria esquecer a lei da troca equivalente. Todas as decisões têm preços a serem pagos.

Este post será bom para que posteriormente eu possa recorrer a ele e ver o que preciso fazer ainda sem lamentar. Deixar no MSN messenger coisas como: /*empresto Alegria*/ custam algo, a partir de agora pagarei por isso. Mas não estou infeliz. Continuo emprestando Alegrias.

Fernando “sempre voltando” Hattori

Meus princípios

A princípio não tinha nenhum dos meus atuais princípios e, na verdade, tenho passado por situações que me fazem repensá-los apesar de já tê-los pensados, criados, implementados e mantidos.

Amigos são criaturas mágicas colocadas na nossa frente para nos ajudar. Ajudar-nos sob qualquer condição ou situação, nunca essas criaturas quase angelicais nos feririam, exceto se for para evitar coisa pior. Amigos não morrem nem desaparecem, viram purpurina e são espalhados pelo vento.

Esses mesmo amigos me fizeram isso, não acho que meus princípios mudaram, na realidade, acho que somente passei a ver que eles não são verdadeiros nem coerentes em toda e em qualquer situação e que, muito menos, são princípios de todas as pessoas e animais sobre a face da Terra. E isso é, sim, muito bom.

É verdadeiro que por um tempo fiquei realmente triste com toda essa mudança, mas porque eu não coseguia ver a verdade diante dos meus olhos, não conseguia viver a nostalgia das besteiras que tinha feito antes. E como já disse: as coisas que ficam para trás também fazem parte do grande quebra-cabeça Felicidade, pois com certeza sevirão para encaixar as peças verdadeiras de tudo.

“Viva as diferenças!” dizia aquela propaganda da famosa marca de refrigerantes e agora também de água com gostinhos estranhos do tipo laranja ou limão. E eu devolvo: “Viva os amigos, o conhecimento e a família também!”, mas isso já não é mais sobre o assunto e nem vem ao caso.

“Não tem mal nem maldição,  não tem sereno no meu dia.

Não tem sombra e assombração. Não tem disputa por folia.

Tem bola de capotão. Capitão, captura essa menina.

Tem saudade e saudação. Tem uma parte que não tinha.”

Obrigado amigos. Me mudaram um pedacinho de mim. Agradeço a todos. Eu melhorei, mudei de novo.  Sentirei saudades quando partir, mas como eu disse e digo sempre: “Eu volto! Sempre volto”. Amo vocês com todas as minhs forças.

Fernando “emprestando Felicidade” Hattori