Parciais de um acidente

Sei que este tema já foi discutido o suficiente na mídia em geral e que provavelmente este texto não traga nenhuma novidade, mas como todo post de utilidade pública pode ser repetitivo. Mas o principal motivo para estetexto existir é uma revisão dos fatos e uma análise totalmente pessoal minha.

O acidente aconteceu no dia 17, uma terca-feira. Um avião da TAM tentou pousar na pista principal do aeroporto de congonhas e sem sucesso percorreu a pista toda e depois de sobrevoar a avenida Washington Luís. Matando 187 pessoas somente à bordo do avião.

No início culparam Deus, pela chuva que teria feito o avião aquaplanar, mas depois resolveram culpar alguém mais terreno, excolheram o governo, por causa das condições da pista: sem grooving, sem área de escape e pequena. É claro que o governo se defenderia com pode e conseguiu provar que não houve aquaplanagem e que houve falha humana misturada com falha mecânica.

Ou seja, o reverso da turbina direita não funcionava e o piloto não soube lidar com a situação fazendo o avião acelerar ao inviés de desacelerar. Acredito que os pilotos deveriam fazer curso de Direção Defensiva, assim eles teriam lições de como lidar com condições adversas como o caso de um reverso do avião estar travado.

Então, até agora os culpados são o piloto, a empresa aérea, o governo e Deus. E mesmo se conseguirem que todos sejam punidos, o que faremos com as vítimas? Reconhecimento e um funeral descente. Consolaremos seus parentes chorosos.

Parece-me que ainda resta algo para se fazer. Um funeral não pode concertar as coisas muito menos devolver a vida aos que morreram. Proponho algo: faremos deles exemplos, mudaremos as coisas, evitaremos de todos os modos que novos acidentes fatais como este aconteçam.

Deixaremos os aviões em perfeitas condições de vôo e principalmente de pouso e decolagem. Instruiremos melhor os pilotos. Faremos pistas realmente seguras, com todos os equipamentos de segurança possível, sem se preocupar, pois vale a pena gastar dinheiro em troca de vidas. Preveremos os desejos e atitudes de Deus para que nunca mais uma chuva possa ser culpada de algo, exceto da relva mais verde.

Vamos mudar o mundo antes que ele mude a gente.

Esquecimento (tanjyobi)

O título deste post se justifica pelo fato de eu realmente não me lembrar o que exatamente eu pretendia escrever aqui. Lembro-me algumas coisas em parte, pois isso começarei a escrever. Talvez eu me lembre mais tarde. Mas este é mais um post com algumas pequenas coleções de coisas, iniciando é claro com uma pequena homenagem, que justifica o sub título deste texto (tanjyobi).

Não tenho certeza que sobre o que falarei aqui é realmente escrito em japonês como tanjyobi. Mas quero prestar homenagens a uma grande pequena amiga. Esse menininha super simpática, feliz e mais outras todas milhares de qualidades fazem dela tão especial pessoal. Be happy! Feliz aniversário, Camila. Felicidades, acima de tudo, felicidades.

Resolvi deixar as outras idéias para depois, então, termino este post com um belo treco de uma música de O Teatro Mágico: Vagalumes.

“Pra temperar os sonhos e curar as febres

inserir nas preces do nosso sorriso

brincando entre os campos das nossas idéias

somos vagalumes a voar perdidos…

a voar perdidos…”

(Sem) Juízo

Alguns por ai diriam que perdi totalmente o juízo nessa última segunda-feira no dia 16 de julho de 2007. Mas sem acreditar e muito menos concordar com essas pessoas pergunto-lhes: Por quê?

Talvez por ter começado as aulas de CFC (Curso de Formação de Condutores), mas eu realmente quero tirar a carteira de habilitação ou carta de motorista e para isso devo obrigatoriamente fazer esse curso ou, pelo menos, se desejo obter esse documento legalmente.

Se não for esse motivo, talvez porque eu baixei um CD de músicas do velho jogo Super Mario World levemente modificadas e tocadas com instrumentos não tão convencionais. Se eu achasse o site onde baixei deixaria o link aqui, mas se quiserem também podem simplesmente procurar pelo assunto no google junto com o termo xoc (nome do músico que fez o CD). Misturar essas músicas com O Teatro Mágico é bem legal.

Ou talvez o grande motivo disso tudo seja o fato de no dia anterior ter ido assistir ao espetáculo Lesados no nem tão famoso teatro Nelson Castro, lugarzinho realmente ruim para se assistir a um teatro, mas eu não tive escolha. Mas até gostei, por causa do espetáculo em si, é claro!

Quem sabe o motivo não é o fato de ter jogado ontem Super Smash Bros e Mario Kart no WII (na verdade, no Game Club) na casa de um amigo.

Então, talvez seja o fato de ter ido à casa de um amigo conseguir algumas discografias completas de boas bandas que sempre curti, mas estive sem músicas, como Red Hot Chilli Peppers, Audioslave, The Strokes e alguamas outras. (Ainda não estou com essas músicas, mas me prometeram gravar elas e me passar assim que possível).

Não sei o que realmente fez as pessoas acreditarem que estou agora sem juízo. Mas tudo bem, supero isso. Aproveito para superar a dor.

Fernando “sem sisos” Hattori

FIT

Para quem ainda não sabe, FIT é uma sigla popular para o chamado Festival Internacional de Teatro. Evento que trás para a cidade de São José do Rio Preto uma grande expressão artística, a minha preferida ao lado de música. Na edicão deste ano de 2007, vários espectáculos, nacionais e internacionais, de rua ou em teatros vieram até essa pequena cidade do interior com cerca de 450 mil habitantes.

A programação pode ser conferida em algum site por ai. Bom, procurem no google, deve achar fácil, mas a preguiça é tanta.

Lógico que isso é um post de little Good Ideas, já que realmente não vejo utilidade pública nenhuma um anúncio de a=um evento que já está acontecendo em uma semana e terminará nesse mesmo período de tempo: uma semana.

Mas não muito mais o que dizer ou relevar sobre o evento. É claro que recomendo muito para todos.

Assisti até agora somente três espetáculos: Mobile Homme (francês), BraakLand (holandês) e Lesados (cearense). Todos ótimos, realmente bons, recomendo. Se puder, assista. Se não puder chore, acabou de perder uma das grandes coisas que nos fazem querer deixar o homem viver mais sobre a face da Terra. Uma das poucas coisas que nos faz ter esperança sobre os homo sapiens. Só lamento.

Pensei em deixar a sinopse dos espetáculos aqui, mas achei isso realmente ruim para as pessoas que possam ler isto e estarem impossibilitados de assistir qualquer um dos espetáculos. Por isso, não farei isso. Mas deixo um convite, vão assistir teatro, Lesados.

Fernando “disseram” Hattori

Caixinha

Este post é uma oportunidade por enquanto única para os leitores. Esta é a caixinha de reclamações. Podem deixar todo e qualquer tipo de reclamação, sobre mim, sobre o blog, sobre o wordpress, sobre o seu computador, sobre você mesmo, sobre o país, sobre o Lula, sobre o pan do Rio. Ou seja, resumindo: reclamação sobre aquilo que bem entender.

É claro que ela é também uma caixinha de natal também. Ou seja, pode deixar ai sua doação para minha pessoa. Aceito contas bancárias com senha, ou mesmo dinheiro de qualquer joguinho online que exista por ai.

Fernando “machucado” Hattori

Alguns números

Primeiramente, antes de começar, quero deixar aqui uma boa notícia: Festival Internaciona de Teatro.

Segundo, deixo aqui um indignação: cadê os mangás JBC nessa cidade?

Terceiro, deixo aqui um lembrete a mim mesmo: acordar amanhã cedo, mais cedo que o costume.

Quarto, deixo aqui uma alegria: só amanhã, se cumprido devidamente o terceiro.

Quinto, deixo aqui uma dica: Edukators.

Sexto, desisto do Marcapasso, compro uma arma.

Sétimo, SETE.

Este post, mais do que pessoas talvez imaginem lendo os seis primeiro parágrafos este não é um texto sem sentido. Cada um dos parágrafos anteriores foi devidamente explicado, mas infelizmente tenho certeza que as pessoas que poderiam entendê-los plenamente e totalmente não os lerá a tempo. Ou seja, estará perdida toda a idéia disso que escrevo. Mas não me importo, o que está escrito, está escrito, lido ou não.

Mas voltando à velha explicação do post, ele é algo simples e singelo como uma explanação (se isso não existir, simplesmente ignorem). Uma dissertação sobre o número 7.

Mais um simples antecessor do número 8 ou sucessor do número 6, este é um belo número primo. Também enumera os pecados capitais de acordo com a Bílbia, enumera as artes, enumera as notas diatônicas,  enumera as cores do arco-íris, enumera as maravilhas do mundo antigo e enumera os dias da semana. Isso sem contar outras infinidades de coisas que podem ser contadas por esse número. Seria ele, então, um número mágico? Bobagem, é somente um número como outro qualquer. Mas isso também é uma mentira, pelo menos, na minha vida.

Nasci em um dia 07. Morrerei também em um dia 07 aos 37 anos e 7 meses, mas isso são somente expeculações. Diversos outros fatores entre esses meus trinta e sete anos de vida levam esse número: como o número de meu RG e de meu CPF, ambos contém 7, é claro. Descobri a um tempo que conheci pessoas em dias 7, incluindo minha mãe, meu pai, meu avôs, além de grandes, amáveis e inesquecíveis amigos e amigas.

Talvez mais que uma dádiva isso seja uma sina. Conviver com tal número, sem muitas curvas, sem muita graça, totalmente ímpar, reto, quase quadrado. Mas por influência literária, conheci outro número, agora já tão valioso quanto o 7. O dezenove é outro número, também ímpar e primo. Mas com outro tipo de magia, que felizmente não me persegue desde o nascimento.

O 19 também é especial, como disse o Stephen King. Completarei essa idade mágica no fim deste ano, espero melhoras.

Escrevendo isso, veio-me uma idéia: uma média de 19 e 7? (19+7)/2? 13!

Número do azar, número que amedronta os corações mais fracos quando unido a uma sexta-feira.

Não acredito em nada disso, pura bobagem. Os número fazem parte sim de nossa vida. Mas não podem interfeir nela. Somos donos de nossa própria sombra e destino.

Fernando Hattori “felizmente 15 letras”

Wikipédia – a quase enciclopédia livre

Acredito que não é extritamente necessária uma grande explicação sobre o que é exatamente a chamada wikipédia que se auto intitula a enciclopédia livre, mas para os mais leigos em assuntos na rede mundial de computadores deixo aqui uma breve explicação, que recomendo a todos lerem, mas estejam a vontade para pular todo o próximo parágrafo deste texto.

Wikipédia, a enciclopédia livre, como explicada por ela mesmo é uma grande enciclopédia multilíngue online, livre e colaborativa. Ou seja, pessoas de todas as partes do mundo escrevem em sua própria linguagem artigos dentro dessa grande enciclopédia, que seram acessados por outras pessoas em todo o mundo.

Parece-me uma boa idéia e também muito interessante e tudo muito belo. Mas surge uma grande questão, discutida assim como os artigos dentro da wikipédia em diversas línguas diferentes: as informações dentro da wikipédia são escritas por pessoas que muitas vezes não sabem do que estão falando. Estão escritas nas páginas dessa grande enciclopédia livre crenças, coisas não investigadas, analisadas ou estudadas.

Isso é claro nos leva a concluir que nenum das informações dentro daquele domínio devem ser levadas totalmente a sério, mas isso também é falso. Já que existem sim pessoas bem intencionadas quue escrevem artigos lá dentro com referências totalmente condizentes.

Ou seja, realmente não devemos acreditar naquilo que está escrito na wikipédia, mas isso nos leva a pensar se esse deveria, então ser chamada mesmo de enciclopédia. Nos velhos tempos da Barsa e do Laurosse, líamos as coisas nessas enormes coleções de livros titulados de enciclopédia e considerávamos uma verdade e usávamos aquilo na nossa vida. como podemos ler algo em uma enciclopédia e não poder acreditar totalmente nisso?

Portanto, passarei a chamar a wikipédia de a quase enciclopédia livre, por ser ela somente uma aspirante.

Coloco-me totalmente contra pesquisas para fins que não os de puro lazer nessa chamada wikipédia, a quase enciclopédia.

Fernando “comprando Marcapasso” Hattori