Pátria amada!

Talvez a grande maioria das pessoas não percebem a aproximação de data tão importante, mas o caso é que como devo planejar antecipadamente o que exatamente farei nessa data e na semana na qual ela estará inserida, que tenho uma leve folga de aulas. Leve folga de aulas, pois mesmo sem elas o estudo precisa continuar, incluindo qualquer tipo de trabalho. Nesses períodos sem aula, os estudantes têm portanto mais tempo livre para estudar e partindo desse princípio, os professores aproveitam a oportunidade para se esquecer que não existe somente a aula deles (como era o caso de filosofia nos tempos mais antigos) e ocuparem todo o tempo livre e mais um pouco.

Na verdade, essa reclamação até tem certa razão, mas mesmo assim não há verdadeiros grandes motivos para se reclamar. É sempre bom continuar estudando.

Mas o motivo ou motivação deste texto não são as aulas, os professores ou os estudos. Mas sim a data em si: sete de setembro (07/09). Como podem ver, a soma dos algarismos da data resulta em dezoito (18), um número sem qualquer significado para mim e para boa parte das pessoas sem importância maior que ser o antecessor de dezenove (19, idade que Stephen King teria começado a escrever “A Torre Negra” e que nesta mesma obra seria a palavra-chave para fazer um vivo que viu o mundo dos mortos revelar toda a verdade sobre a morte) e sucessor do dezessete (17, possui sete como número básico e portanto cheio de misticismos).

Voltando à data da proclamação da independência da atual República Federativa do Brasil.

Sei que sou repetitivo e que milhares já ouviram isso de outros milhares de lugares. Mas quero deixar escrito aqui, que independência em lugar algum. Talvez independência de naquele momento adquirir a primeira dívida externa, “comprando” a independência do Brasil. Não se tem independência política com um governador estrangeiro e nem econômica devendo para os outros.

Piada! Como bem falei no post anterior: piada!

Por essas e outras que pessoas cantam por ai Blind Pigs.

Fernando “reading the book on the table” Hattori

Quadrinhos

Como acho que tenho mostrado em vários posts espalhados por todo esse blog, que ainda não é grande mas um dia será, gosto bastante de quadrinhos. Na verdade, quadrinhos de vários tipos, me encanta a união de desenhos e textos.

Mas este post é só por motivos de copyrigth ou direitos legais que possivelmente alguns autores têm sobre seus quadrinhos. Primeiramente, peço desculpas por ter usado algumas vezes quadrinhos sem a devida autorização, mas deixo neste text o link para esse sites. Para que todos vejam o trabalho dessas pessoas e também passem a admirar.

malvados.com.br -> bom site e em português

explosm.net  -> site realmente bom de quadrinhos, mas em inglês

É claro, que tem também outros sites de quadrinhos que estão relacionados na barra à direita (pelo menos, nesse template ainda fica na direita), todos dentro da tal categoria quadrinhos. Acho que colocarei o site explosm.net lá também.

Vejam também o site de Mário Kajiya, Life and Death, sobre o akismet que assola os usuários do wordpress.com. Concordo com a opnião dele até o fechamento dessa edição.

Fernando “lendo” Hattori

[censurado]

Primeiramente a explicação para esse título: pretendo aqui neste texto escrever sobre a famosa rede social filiada atualmente ao google e criada em 2004. O projetista chefe (turco) criador deu seu próprio nome à sua obra (muitos diriam, não de arte). Então, desde de 2004 as pessoas encontraram ao mais que talvez o currículo dessa pessoa quando procurarem no site google.com por orkut. Voltando ao título, como esse termo é bloqueado nos computadores da universidade em qualquer tipo de busca e na barra de endereços, não posso colocar esse termo no título, mas podem substituir imaginariamente orkut.

Considero-me quase em veterano nessa agora tão famosa, e às vezes discutida, rede social. Fui convidado a ingressar em suas fileiras de novos usuário a muito tempo, acredito que no mesmo ano de criação, já que isso seria totalmente viável, pois o orkut foi criado no início do ano (19 de janeiro). Muitas coisas realmente mudaram naquele site. No início existiam pouquíssimas comunidades em português, fato que me fez inicialmente entrar em várias comunidades, mas todas em inglês.

Tivemos muitas outras mudanças, é claro. (Nesse ponto eu colocaria um charge que certa vez achei falando sobre o mundo do orkut. Resumindo, algumas pessoas sábias discutiam coisas realmente interessantes no orkut, até que o narrador diz que entraram no orkut outras pessoas: as estúpidas). (Consegui o quadrinho, não gostei da minha narração de um quadrinho)

Se as pessoas não sabem, a idéia inicial era algo como mostrar uma das teorias do caos, que diz algo como: toda pessoa está conectada a qualquer pessoa em até seis graus de separação. Ou seja, se você procurar o amigo do seu amigo do seu amigo, até seis níveis, você pode estar conectado a qualquer pessoa do mundo (menos, é claro, os hermitões). Para isso, o orkut antes mostrava como você se conectava com cada pessoa em até seis níveis, mas agora ele tem nos mostrados só dois.

O fato é que dessa vez, acredito que acontecerá dessa vez uma boa mudança: no template geral do site. As pessoas já enjoavam daquele azul estranho por todo o site. Pelas screenshots, a cor predominante ainda será o azul, mas ainda assim será uma boa mudança de ares. Apesar de pensar muito nisso, ainda não cometerei orkuticídio, pelo menos não até o design mudar. Quem sabe fique realmente feio e eu me sinta motivado a me matar de vez.

Vejam as mudanças no blog do orkut (?): http://en.blog.orkut.com/

Fernando “”respondendo scraps” Hattori

Humor Negro

Como alguns professores às vezes realmente se perdem durante a aula e começam discussões nada construtivas, esse é um ótimo momento para se “cutucar” o colega ao lado e comentar qualquer coisa sobre a aula em si ou não. Às vezes, surgem ótimas piadas, sobre a aula ou não.

Estou chegando no título do texto, como podem perceber. E como em qualquer momento em que surgem piadas em uma “roda” (ou grupo) de pessoas, alguma dessas pessoas deverá com certeza contar uma piadinha de humor negro, seja a bem velha sobre o garotinho com câncer sem futuro ou algumas mais novas como aquela sobre os para olimpíadas panamericanas (acho que isso é o nome de verdade do chamado para-pan). Mas por outro lado também, quase sempre existe aquela pessoa que assim que ouve a piada se diz totalmente contra humor negro e o grupo é desfeito e as pessoas voltam a prestar atenção na aula. (Nota: a pessoa que se diz contra humor negro deu risadas, é claro).

Humor Negro são piadas que utilizando situações macabras ou de teor preconceituoso (geralmente) fazem as pessoas rirem ou se divertirem. São uma grande polêmica. Na verdade, nem tão grande assim, mas se eu não aumentasse o problema não faria sentido algum este texto.  Algumas pessoas realmente não gostam deste tipo de piada principalmente por causa do teor preconceituoso, maléfico ou maligno desse tipo de humor, apesar de como já deixei em nota costumam dar risadas mesmo assim.

Por isso gosto desse tipo de humor. Porque a natureza do homem não é perfeita, ou seja, temos dentro de si uma lado mais preconceituoso e malvado. Essas piadas costumam externalizar tudo isso em forma de algo para divertir.

Acredito que uma pessoa como geralmente é um personagem dessas piadas não seria aceita na sociedade, principalmente atualmente onde valores de respeito e anti-preconceito são bastante difundidos e defendidos. Mas ainda assim essas situações fictícias contadas pouca antes de uma risada ainda fazem as pessoas rirem. Essa é a grande magia desse tipo de humor diferente.

Deixo aqui, então, para tentar salvar esse texto horrível duas piadas de humor negro:

PIADA 1: Uma lesma foi assaltada por duas tartarugas. Depois na delegacia o delegado lhe perguntou:

– Você viu como eram as tartarugas que te assaltaram?

Ela responde:

– Não. Foi tudo muito rápido.

(Ops! Isso não é humor negro, tentarei de novo)

PIADA 2: Um menino cego de nascença recebe uma boa notícia do pai um mês antes de seu aniversário:

– Filho, nos Estados Unidos inventaram um colírio que podem curar a cegueira das pessoas com apenas uma aplicação nos olhos.

– Compra para mim, pai. – diz o menino animado com a notícia.

– Vou comprar, mas vai precisar esperar até seu aniversário quando receberei o meu salário, afinal o colírio não é barato e assim podemos reunir toda a família e comemorar seu aniversário e seu primeiro dia enxergando tudo.

Um mês depois, a família toda se reuni na casa do tal ceguinho para o tal esperado momento. Então, fizeram uma grande roda ao redor do menino para o momento que o pai iria pingar o tal colírio nos olhos dele. O pai diz:

– Vou pingar o colírio e você vai fechar os olhos. Ficará com os olhos fechados por 3 segundos e depois vai abrir, que passará a enxergar.

O garoto todo feliz acena que sim com a cabeça e ergue a cabeça para que seu pai possa pingar o tal colírio milagroso. O pai pinga o colírio e quando o garoto fecha os olhos, a família em coro começa a contar:

– 3!

– 2!

– 1!

– Abre o olho!!

O garoto abre e percebe que permanece cego, na escuridão de sempre. E antes de abrir a boca.

– Primeiro de Abril!!!

(agoram riam)

Fernando “amigo de um piadista” Hattori

Cuidado! Poluição à solta!

São Paulo

Essa imagem com um belo arco-íris seria uma foto realmente bela, se não fosse um pequeno detalhe: não! Não estava nublado. A cor cinza da cidade é realmente resultado da poluição, que chega a atingir índices muito elevados na cidade de São Paulo devido a diversos fatores, que não pretendo expor aqui, mas acredito que a grande maioria os conhece.

Essa é uma representação da visão que tenho todos os dias quando olho pela janela e coloco meu olhar para o horizonte. Mas o pior disso tudo é imaginar que alguém que esteja fazendo exatamente o contrário, ou seja, olhando de longe para onde estou também deve ver essa enorme e cinzenta camada de poluição sobre minha cabeça, o que me leva a concluir: as pessoas respiram isso, incluindo eu mesmo. Todas elas respiram isso o tempo todo e duvido que não traga nenhuma má consequência à saúde.

É uma visão triste e aposto(lo) contigo que todos os paulistanos um dia já viram isso, mas infelizmente pouquíssima gente se mexerá para tentar resolver ou ao menos amenizar esse problema. Acho que todos sentem sua consciência mais aliviada quando compram um carro com filtros no escapamento ou mesmo seguram uma flatulência ou eructação e isso já basta para dizerem a si mesmos: “ótimo! Fiz minha parte. Agora a culpa é do governo”.

O governo pode, depois desse último parágrafo, parecer a vítima, mas a verdade é que não tem feito muita coisa nesse sentido. Talvez a regulamentação do rodízio de carros, mas nada que possa realmente resolver isso tudo a longo prazo.

Também não posso me isentar de meia culpa disso tudo, mesmo plantando árvores religiosamente quase todos os dias no tal clickarvore.com.br. Também porque eu mal sei se todas essas árvores são realmente plantadas, mas já é alguma ajuda. Acho que deveremos mudar as coisas em pequenas ações, pois estas geralmente não são difíceis de se fazer e são mais fáceis de se achar adeptos. É claro que tudo também deve partir de uma ação e liderança do governo nesse sentido.

Ou seja, ainda assim precisamos do apoio do poder.

Acho que esse texto ficou bem ruim, mas eu consegui fazer uma propaganda do projeto ClickArvore.com.br, apesar de parecer que com isso eu me acomodei em relação a isso. Mas o recado foi passado. Fiz minha parte hoje, mas amanhã plantarei outra árvore. Não podemos parar!

O tudo é uma coisa só

Tem horas que a gente se pergunta por que é que não se junta tudo numa coisa só?

Quando o genial Fernando Anitelli compôs essa música estava com certeza indiferente a situações realmente complicadas como algo que acontece atualmente no curso de Sistemas de Informação da Universidade de São Paulo. Como todo curso dessa enorme e fabulosa universidade, possue essencialmente duas grandes entidades que cuidam dos assuntos acadêmicos e do assuntos esportivos, respectivamente, Centro Acadêmico (CA) e Atlética.

É claro que qualquer pessoal mais entendida sobre isso irá me reprimir por essa simplificação tão grosseira das responsabilidades de cada entidade, que é claro possuem outros deveres e direitos. Mas continuaremos o raciocínio assim mesmo para que o fio da meada e muito menos o da gemada se perca.

A diretoria atual dessas duas instituições são realmente muito parecidas, com algumas trocas de cargo aqui e outra ali, por exemplo, nosso vice- presidente-do-CA-presidente-da-Atlética e nosso vice-presidente-da-Atlética -presidente-do-CA. Talvez por isso, nessa última gestão as duas entidades se confundiram, talvez por isso também, a diretoria do CA resolveu que seria muito melhor que tudo isso se juntasse em uma coisa só.

Até aqui, nenhum grande problema, exceto uma pequena má idéia, mas que poderia ser inofensiva se estes não decidissem convocar Assembléia geral do curso para se votar algumas propostas, incluindo, é claro, o grande objetivo deles unir em uma só Centro Acadêmico e Atlética em algo que seria chamado de Diretório Acadêmico (acho). Com uma fraca justificativa de que o estatuto que regulamenta o CA está ruim.

Aproveito a deixa para responder: “por que é que não se junta tudo numa coisa só?”. Porque são entidades muito diferentes, cada um com objetivos bastante objetivos, claros e diferentes. O dinheiro do caixa dessas duas entidades, então, passará a ser um só também, o que é muito ruim para controle de investimentos, principalmente. Essas entidades não podem se unir em uma só. Até mesmo na música de O Teatro Mágico, Fernando deixa claro os motivos para unir coisas diferentes, como: “Católico, evangélico, budista, macumbeiro, corintiano, espírita ou ateu. / Todo mundo busca a paz interna, / tamo aqui pra ser lanterna… / foi assim que ele escreveu” ou “Poeta, ouvidor, desenhista, músico, malabarista, comediante o que for… / Todo mundo procura um lugar para poder compartilhar… / da dor e da alegria”.

E para piorar: eles conseguiram. Está votado com maioria das pessoas que compareceram às assembléias que os trabalhos para a união de CA e Atlética devem começar.

Essa seria uma história bem triste se boas pessoas não se lembrassem que para o CA tomar decisões de tal magnitude, ele precisa da representação e apoio de pelo menos 50% mais um de todos os seus membros (qualquer aluno de Sistemas de Informação é um membro do seu Centro Acadêmico). Ou seja, a diretoria não pode fazer uma besteira como essa sozinha. Por isso uma assembléia, mas felizmente pessoas ainda conscientes não apoiarão essa idéia e infelizmente mais uma vez uma briga acontecerá entre um lado bom e o mal, sendo bom e mal sempre denominações para você mesmo e para o outro respectivamente.

Espero que isso seja resolvido com calma, rapidamente e com um bom final feliz. Acho que deixei claro minhas opiniões sobre tudo isso. Se você, leitor, se sentiu ofendido com qualquer coisa que deixei aqui, ignore. IGNORE TOTALMENTE. Eu já tive que ignorar coisas cozidas, estagnação, “eu particularmente”, além de vários irritantes gerundismos.

Talvez eu traga maiores notícias sobre o assunto mais adiante.

Não misturem as coisas, por favor.

Fernando “não penso em fugir” Hattori

The 01001110 news

segundo do sétimo de 1989

Nascido no sétimo dia do décimo primeiro mês do ano que de acordo com a contagem dos antigos (ou primeira era da humanidade) seria o ano de 1988, ou contagem atual aproximadamente ano de 1914. Nomeado como Fernando Hattori foi um ótimo estudante durante sua vida inteira, portador de inteligência dentro dos padrões esperados mas acima da média, ele depois da faculdade continuou na academia se tornando depois de um tempo professor.

Mas o grande motivo para essa apresentação não foi a inteligência desse ser humano da primeira geração. Hattori, de acordo com registros da época recuperados da velha World Wide Web (WWW ou rede mundial), teria morrido e sido enterrado na cidade onde se localiza a nossa capital 01001110.

Como se sabe, desde de sua morte, se passaram duas gerações de seres humanos, que foram extintas por motivos ainda totalmente desconhecidos, totalizando um período estimado em aproximadamente em cem mil anos. Isso poderia ser absolutamente normal, pois pesquisadores encontram o tempo todo resíduos das velhas sociedades, principalmente da primeira que teria durado mais tempo.

Tudo que se sabe sobre a extinção dessas espécies é que geralmente são estranhamente proporcionais, ou seja, até onde se sabe, a primeira geração foi exterminada no ano de 3998 e a segunda em 1999 em medidas atuais, ou seja, uma em metade do tempo da anterior. Mas pelo que consta, na metade da vida da primeira era humana, houve um grande caos que teria dizimado parte da sociedade, mas ainda assim restaram seres humanos da primeira geração que acabaram de serem exterminados depois.

A sociedade apocalíptica anti-contemporânea, período em que vivemos, teme desde então o ano de 1999. Mas felizmente o achado de semana passado pode resolver boa parte dos mistérios, já que foi encontrado junto ao corpo de Fernando Hattori um pequeno marcapasso, que teria sido instalado de acordo com registros nele aos 79 anos de idade, seis anos antes de seu suicídio.

Esse antigo marcapasso funciona estranhamente como um pequeno relógio, que marcando o tempo ao contrário como em uma contagem regressiva chegará ao fim de acordo com cálculos de especialistas no sétimo dia do sétimo mês de 1999. Atrás dele pode-se ver um pequeno mapa que de acordo com as autoridades tem como ponto final um local do antigo oceano pacífico em mar aberto. Onde até onde se sabe estaria submerso um pequeno país da primeira geração, com o qual Fernando Hattori teria descendência de sangue direta.

Talvez nesse lugar estejam as respostas para o que aconteceu e pode acontecer em dez anos, já que o professor Hattori teria terminado seus dias pesquisando sobre sobre o fim dos dias exatamente nesse país distante de sua casa antes de enlouquecer e se matar electrocutado no ano de 1998.

Mas talvez, tudo que a sociedade tenha a fazer é, como as gerações anteriores, ignorar tudo isso e continuar a vida normalmente até aquele marcapasso terminar seu trabalho e quem sabe se ele recomeçará tudo de novo.

Hideto Frantanor

Search: sex

Por favor tirem as crianças da sala (ou da frente do computador). Vivemos em um mundo onde a mídia exibe um terrível show de horrores que qualquer um que queira pode ter acesso muito fácil. E na verdade, no cenário atual, com spams e propagandas na TV, até aqueles que não procuram acabando sendo obrigados a assistir esse show.

É quase certeza que a maior parte da lucratividade da internet vem dos sites pornos, mesmo que eu particularmente não conheça nenhum “assinante” pagante desse tipo de serviço, talvez também porque as pessoas não costumam divulgar isso abertamente. Mas ainda assim, é realmente desagradável navegar na internet e mesmo nos mais respeitosos sites, de quadrinhos ou de filme, e topar com anúncios gigantes, além é claro dos incômodos pop-ups, desse mercado que não deveria ser tão ilícito assim.

Não sou totalmente contra isso tudo, desde que não seja pedofilia, é um tipo de emprego válido e um modo de se conseguir dinheiro mais ou menos fácil e rápido sem esperar pelo resultado da mega-sena. Mas realmente acredito que deveriam se limitar a mostrar o que possuem entre as pernas para as pessoas que realmente procuram por isso.

Só para ilustrar, resolvi fazer uma pequena pesquisa no famoso google trends. Para quem não conhece, ele retorna um gráfico com uma comparação das pequisas feitas com os termos pedidos, que no caso foram: sex, porn, books e culture. É claro, que essa pesquisa é bastante tendenciosa, mas para dar uma idéia do poder de termos como sex, não achei nenhum termo que fosse mais pesquisado. Veja o gráfico abaixo.

SEX PORN BOOKS CULTURE

google.com/trends