Ela

Descobri uma coisa realmente interessante (descobri hoje, mais precisamente nesse instante) domingo é um ótimo dia para se escrever sobre coisas aleatórias que aconteceram com você. Talvez por causa do fim de semana geralmente menos monótono que nos dias de semana de muito estudo, correria e essas coisas mais ou menos normais na vida de qualquer ser humano que vive, convive e sobrevive no mundo capitalista

Descrevendo a cena, exatamente como aconteceu. Narrarei tudo em primeira pessoa por alguns motivos óbvios: aconteceu comigo e pretendo ressaltar a minha falta de onisciência e onipresença.

Estava andando, mais precisamente, entrando no ginásio de onde eu notava a falta das costumeiras músicas que marcam o bon odori (era o famoso e divertido intervalo). Quando ela surgiu vindo em direção contrária, ou seja, saindo, usando o seu hapi. Bela como sempre, é claro. Observei-a diretamente nos olhos e totalmente contra qualquer espectativa ela respondeu ao meu olhar (de novo), com isso o meu dia a minha semana já estava ganha. Mas naquele dia especificamente, talvez por algum motivo quase divino ou qualquer que seja, isso não vem ao caso, isso não bastava.

De novo vieram o olhar, o sorriso e o aceno. Mas vieram pouco antes de uma aproximação diferente da normal entre duas pessoas não conhecidas e, sorridente e surpreendemente, ela continuo a aproximação. Até que perto o suficiente, ela disse “Oi. Tudo bem?” e, ainda sorrindo, deu-me um beijo no rosto. No direito mais exatamente, local que lavei com certa tristeza e felicidade.

Relembrando isso, sorrio “de uma orelha a outra”, como diria minha já idosa avó. Aqueles que vêem frequentemente podem comprovar isso facilmente.

Agora um pequeno parêntese para uma breve explicação do título (na verdade, isto é só uma enrolação para terminar o texto com a frase que quero). Ela. Ela quem? Acho que todos já sabem a resposta, pois considero que todos se lembram muito bem que um dia após o famoso sete de setembro (data tão festiva, mais uma piada de uma terra tão querida) eu encontraria ela (sim, este ela). A mais bela garota do bon odori de todos os tempos.

Fernando Hattori

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5 pensamentos sobre “Ela

  1. ^^
    Não, acho sinceramente que não estou apaixonado.
    Pois, como eu e uns amigos jã concluímos, por mais triste que isso possa parecer, o amor não existe.
    E existe uma prova por analogia para isso:
    “A sua bunda não existe, ela é só a continuação da sua perna.”

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