Oscar

Além de um antigo jogador brasileiro de basquete masculino. É também uma das maiores premiações (pelo menos, a mais comentada, assistida e com um belo tapete vermelho na entrada) no mundo cinematográfico, duvido muito que alguém não vá contestar essas última frase, mas eu realmente não me importo.

Tentei assistir ao começo da premiação pela televisão e tive uma das maiores frustações da minha vida: na TV brasileira, a cobertura do Oscar é dublada. Ou seja, ouvimos o apresentador em si dizendo em inglês e logo em seguida o tradutor traduzindo tudo simultaneamente. Isso, na minha humilde opinião, é horrível, a pior opção que os organizadores da rede de televisão brasileira podiam fazer, não se entende o que o cara fala em inglês (mesmo com um certo conhecimento da língua, suficiente para traduzir alguns textos) e muitas vezes nem o cara traduzindo simultaneamente, já que o audio se confunde o tempo todo.

Eu realmente não saberia como exatamente transmitir esse tipo de evento, já que se for o caso de uma legenda, pode acabar aparecendo por cima de algum texto que vem da transmissão do próprio Oscar. Talvez, quem sabe, com a transmissão do sinal digital de TV, podemos escolher a opção que mais agradar, escolher em perder alguns textos ou algumas falas. Acabo de descobrir que aguardo ansiosamente a chegada da TV digital, a verdadeira, não essa transmissão estranha que a única vantagem é uma suposta melhoria na qualidade de audio e vídeo, espero a transmissão que fará os telespectadores interagir mais que alterar o canal, volume, brilho e contraste.

Aproveito para responder à TAG enviada a mim pelo Mário, do blog Palavras Aleatórias. TAG é quando alguém escolhe algo qualquer (geralmente um subtantivo) e dá a si mesmo uma característica em relação a isso, tipo: mãe moderninha (da propagando do sorvete). Depois passa a vez para um amigo seu (dele, de quem começou, não seu, leitor).

Eu deveria escolher desta lista o tipo de geek (idiota fissurado) que eu mais me caracterizo. Depois de um tempo analisando, fiquei basicamente entre dois Geeks, mas resolvi homenagear o meu amigo que me indicou para a tag. Portanto.

Sou um:

Nintendo Geek

E ex:

Lego Geek

Então, é isso! Eu realmente não sei para quem mandar essa corrente. Por isso, para ninguém dizer que eu quebrei o tag, desafio os leitores a comentarem aqui o tipo de Geek que mais se encaixam, se algum tiver seu próprio blog e quiser deixar seu link, esteja à vontade.

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Juno (e os testes)

 Juno in ultra sound

Juno.

Um bom filme? Sim.

Se eu recomendo? Sim, provavelmente.

Mas eu realmente não desejo que ninguém saia imediatamente de sua cadeira na frente de seu computador e vá direto aos cinemas à procura desse filme, afirmo isso mesmo tendo certeza que ninguém o fará. O fato relevante que me fez escrever sobre o filme não é a qualidade dele, mas sim um pequeno detalhe que me deixou realmente intrigado. E se eu fizer um teste de gravidez caseiro? O que exatamente esse teste tenta detectar na urina? Será que um homem possui esse hormônio naturalmente e a mulher somente quando estiver grávida? Ou uma questão ainda mais estranha: estaria eu grávido? (acho que essa é a grande pergunta para aqueles que procuram por testes de gravidez e a grande pergunta que esses tipos de testes tentam responder).

Achei incrível a capacidade de um filme ou de um fato nos levar a procurar termos estranhos no google atrás de respostas rápidas e não necessariamente de fontes tão confiáveis assim. Quero dizer, tanto faz se o primeiro site resultado da busca por “teste de gravidez” é realmente confiável e que traz boas referências bibliográficas.

Encontrei. Todos os sites que acessei eram claros: a maioria dos testes de gravidez procuram por um hormônio específico que só aparece em circulação no sangue e na urina (? urina circula?) quando a mulher está grávida. Ninguém disse-me se esse hormônio gonadotrofina coriônica humana (hCG) pode ser encontrado em homens por um motivo qualquer, mas acredito que não.

Mas irrelevando os fatos, os resultados da busca, as pesquisas sobre o hormônio, o filme eu desejo um dia fazer o teste de gravidez em mim mesmo. Quem sabe eu compre um teste mais inteligente e ele revele que eu sou homem e, portanto, não posso estar grávido ou revele simplesmente que estou grávido, ficando a cargo de outros testes admitir se sou realmente homem. Eu duvido que esteja grávido, não tenho motivos para acreditar nisso, mas aposto como Maria (leia a Bíblia, se quiser) também não.

Qualquer coisa, eu revelo aqui o resultado.

Fernando “grávido” Hattori

Errando – ON

Estive andando por ai aprendendo. Infelizmente este ainda é um bom método de se aprender as coisas e muitas vezes está fora de nossa capacidade decidir se erraremos ou não. Creio que acabamos errando muitas vezes inconscientemente. Mas fato é que depois de minha andanças por ai (falo do blog de Hideto Frantanor) aprendi a lição: não, não funciona tentar afastar o conteúdo de um blog pessoal de sua pessoa. Pode até parecer que funciona, mas muitas vezes você sente a necessidade de escrever sobre qualquer fato próximo demais de você mesmo.

Mas não posso dizer que não estou feliz com a volta para este MEU mundo.

Fernando “voltando e errando” Hattori

Descobertas recentes num mundo moderno

Existem coisas que realmente a gente só descobre depois que talvez elas não sejam mais necessárias ou prioridades. Descobri, depois de morto, que Alternative é o que realmente gosto, independentemente do fato de eu não saber exatamente o que é isso e de não saber categorizar as coisas nisso. Mas fato é que gosto, as consideradas por melhores estão sob essa categoria ou sob uma outra categoria chamada Rock, que deve ser mais conhecida.

Alguns diriam: “mas que perfeito imbecil”, mas pouco importa isso nesse momento.

Música é a única coisa que me acompanha desde os últimos momentos. Primeiro é claro a velha marcha fúnebre de algum velho compositor, que pode já tê-la ouvido tocada para si mesmo.

Mas o fato é que disse descobertas e não descoberta. Descobri também que a maioria esmagadora das pessoas nesse país possuem grande probabilidade de morrer antes do início do próximo milênio, essa situação pode parecer óbvia, mas constam estudos também que isso é bastante recente, tendo mudado consideravelmente há aproximadamente oito anos atrás.

Só para lembrar: uma pessoa morreu, passou para o mundo de lá. Ainda não o vi, mas se o fizer prometo que peço um autógrafo.

FRANTANOR, Hideto