Guia de um suicida

No dia de hoje, que por mais incrível conhecidência que possa parecer é o dia seguinte ao dia em que comemoramos a morte de um mártir da inconfidência mineira, Tirantes. Estive no centro da grande cidade de São Paulo.

Vi um suicida, na verdade mais que um simples suicida, um suicida fracassado. Talvez por isso, tive motivação para deixar aqui este texto.

Se você pretende se suicidar e pretende ao mesmo tempo morrer atropelado, procure por uma via sem trânsito, longe de qualquer veículo, de preferência onde não seja possível ou comum atingir velocidade maior que 10km/h. Encontrada a via nessas condições, simplesmente deite-se na via e espere.

Provavelmente a espera seja a pior parte de uma tentativa de suicídio, aproveite para ir pensando se isso valerá mesmo a pena, quero dizer, se não valerá a pena volta a trás e desistir disso tudo. Tente se lembrar que você ainda pode ter uma chance e quanto antes desistir maior ela será.

Lembre-se de mártires que morreram (que coisa, não!?) pela felicidade geral. Você morerá pela felicidade geral? Tem certeza disso? Se não tiver, acho melhor nem terminar com isso, só nos dará mais trabalho, vá ajudar em alguma coisa.

Espero com esse texto ajuda pobres mentes suicidas.

Fernando “quase mais um atropelado na grande SP” Hattori

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Independência ou Morte

Depois de anos e anos encarcerado dentro de um espaço tão pequeno que impossibilita ele se levantar e se sentar, acredito que meu cérebro está tentando com todas suas forças conquistar independência ou liberdade do resto do corpo, nem tento contrariar muito porque sei que realmente o resto do meu corpo, além de manter o cárcere, tem realmente atrapalhado o total exercício mental. Dois malditos que sempre atrapalham são o estômago, com sua eterna insatisfação, e a bexiga, consequência da eterna insatisfação do estômago.

Então, cansado de tudo isso, meu cérebro resolveu começar uma guerra aberta por sua própria libertação. Infelizmente para mim, ele tem doído toda noite tentando sair do meu próprio crânio, e pelo jeito, está quase a ponto de romper a parede cranial e conseguir sua tão desejada liberdade.

Ou, talvez, tudo que ele deseja é me alertar sobre qualquer coisa que possa estar me provocando algum problema. Mas ele se esquece que fazendo isso é que eu arranjo outro problema.

Cansei de viajar nisso.

Fernando “simples enxaqueca” Hattori

Falta do que fazer

Geralmente, quando escrevo algo nesse blog estou acometido por uma incrível e gigantesca falta do que fazer, mas dessa vez é uma situação realmente diferente. Eu tenho sim o que fazer e muito. Acho que isso é o que mais me provoca indignação, pois quando resolvemos limpar nossa consciência e terminar todos os nossos deveres acadêmicos, surge a maravilhosa sessão de informática, seus eficientes funcionários e o fascinante controle administrativo sobre tudo isso.

Como leio no computador logo aqui ao lado:

“Os recursos computacionais da Universidade destinam-se, exclusivamente, ao desenvolvimento de suas atividades de ensino, pesquisa e extensão.” (Código de Ética da USP – Res. 4871, art 36)

Ótimo, agora eu escreveria logo abaixo:

“Os recursos computacionais da Universidade destinado ao desenvolvimento de atividade de ensino, pesquisa e extensão devem ser supridos pela sessão responsável e, em caso negativo, cobrados pela administração responsável” (Código de Ética da USP – Res. 5000, art 666)

Como posso desenvolver minha atividade sem um editor de texto mais descente (com mais recursos) que o wordpad? (Prefiro o open office, mas pode ser o microsoft mesmo) Como posso desenvolver atividades de ensino que requerem um determinado software, se a única versão disponível não está atualizada e muito menos acessável por falta de licença? Eu próprio poderia suprir tudo isso, mas como se a Universidade não confia em seus alunos para lhes dar acesso irrestrito aos recursos computacionais?

Acho que essas pessoas responsáveis não são tão responsáveis assim, alguns podem até me reprimir dizendo que talvez eu devesse tomar alguma atitude, mas acreditam mesmo que funcionaria? Temos problemas todos os semestre com softwares desatualizados e sem licença, eles nunca consertam tudo devidamente. É sempre assim, por mais que as pessoas insistam.

Estou passando por um ócio criativo forçado, que me levou a escrever dois posts somente no dia de hoje. Acho melhor eu procurar algo para fazer ou ficarei pior.

Fernando “fazendo nada” Hattori

Nada é exatamente o que era

Muitas vezes, é exatamente esse título que eu sinto da minha vida. Isso por causa de algumas decepções rotineiras, não decepções amorosas (conhecidos podem opinar mais detalhadamente nesse ponto). Mas algumas decepções eventuais (“relativas a eventos”), juro que achei realmente que aquilo era mês que vem e juro também que me disseram que disseram que aquela organização estaria presente.

Não foi minha culpa se repassei informações erradas. Algumas chegaram tortas outras foram mal interpretadas mesmo, aliás, uma dessas que chegaram tortas acho que foi culpa da tentativa de publicidade do tal evento, quase como uma estratégia de marketing falacioso, que por ser puramente verbal conta uma grande vantagem no sentido da impunidade.

Mas mais que sobre essas coisas que eu imaginava que eram algo e na verdade são coisas totalmente diferentes, esse título ou este post é para falar de coisas muito maiores. Coisa que possivelmente também parecem coisas que não serão em um futuro talvez bem próximo.

“Essa é a corrente da vida, é assim que o mundo caminha.” (Raduan Nassar)

Deixo aqui uma citação com fonte e tudo mais, por causa de algumas acusações injustas sobre a fonte mental de tudo que tenho escrito em páginas da web. Mas como disse certa vez um escritor na televisão, a imaginação vem de um lugar onde armazenamos tudo que passamos, lemos, vimos, cheiramos, comemos, sentimos e todos esses verbos no passado que nos remetem diretamente a sensações.

AVISO: Se você, leitor ou não, não entendeu absolutamente nada, não se importe. Este é somente mais um post sem propósito e sem sentido da minha vida de pequenas grandes idéias escritas em grandes pequenos textos enviados em um grande servidor para um pequeno número de leitores, ou não.

Se você leu só esse parágrafo final, parabéns! Você economizou um tempinho, agora vá fazer algo útil por favor.

Fernando “viajando na falta do que fazer” Hattori

Universidade pública e seus diretores

Às vezes tenho dúvidas de onde vamos parar com essa nova guarda de patrimônio. Nosso adorável diretor nos enviou um amável convite a todos os alunos (ou pelo menos aqueles presentes na lista de alunos da USP) e seus amigos e familiares, mas infelizmente, a guarda de patrimônio que cerca os domínios (públicos) da universidade e restringe o acesso a pessoas previamente selecionadas em concorridíssimos concursos ou vestibulares.

Ou seja, recuso o convite pelo menos aqueles direcionado para meus amigos e parentes. Pelo motivo óbvio que acredito que eles não gostariam de serem barrados diante da entrada de uma universidade pública.

Aproveito esse post para deixar aqui a resposta de um meme passado por mim pelo Kajiya. A proposta pelo jeito é continuar várias setenças de acordo com meus próprios gostos pessoais. Lá vai.

Se eu fosse um mês seria… Janeiro de férias.
Se eu fosse um dia da semana seria… Sábado de dscanso.
Se eu fosse um número seria… primo.
Se eu fosse um planeta seria… aquele que nenhum terrestre nunca viu.
Se eu fosse uma direção seria… right.
Se eu fosse um móvel seria… uma mesa de centro, talvez porque não fique no canto.
Se eu fosse um liquido seria… Coca-Cola.
Se eu fosse um pecado seria… gula. xP
Se eu fosse uma pedra seria… algo parado.
Se eu fosse um metal seria… uma pedra.
Se eu fosse uma árvore seria… um móvel, porque as árvores que conheço estáo servindo de cadeiras, mesas e estantes.
Se eu fosse uma fruta seria… acho que não gostaria de ser uma fruta.
Se eu fosse uma flor seria… muito menos uma flor.
Se eu fosse um clima seria… neve, bastante neve.
Se eu fosse um instrumento musical seria… um sem ritmo.
Se eu fosse um elemento seria…
uma xinforinfora.
Se eu fosse uma cor seria… amarelo.
Se eu fosse um animal seria… um Hato.
Se eu fosse um som seria… o som de trezentos elefantes sapateando sobre humanos aos berros.
Se eu fosse uma letra de música seria… Gita. xD
Se eu fosse uma canção seria… a quinta de Beethoven.
Se eu fosse um estilo de musica seria… algo entre rock, punk, clássica, emocore, hardcore e MPB.
Se eu fosse um perfume seria… de grama molhada pela neve.
Se eu fosse um sentimento seria… ansiedade.
Se eu fosse um momento seria… a explosão de uma estrela.
Se eu fosse um livro seria… O Senhor dos Anéis, JRR Tolkien .
Se eu fosse uma comida seria… lasanha.
Se eu fosse um lugar (cidade) seria… Londres.
Se eu fosse um gosto seria… de lasanha?
Se eu fosse um cheiro seria… de lasanha?
Se eu fosse uma palavra seria… um sujeito.
Se eu fosse um verbo seria… em inglês, read or sleep.
Se eu fosse um objeto seria… uma moeda.
Se eu fosse uma roupa seria… branca ou preta.
Se eu fosse um chapéu seria… muito útil hoje.
Se eu fosse uma parte do corpo seria… o cérebro.
Se eu fosse uma expressão seria…
“Let’s Go!” (mentira).
Se eu fosse um desenho animado seria…
Os simpsons.
Se eu fosse um filme seria… O Rei Leão.
Se eu fosse forma seria…
quadrado.
Se eu fosse uma estação seria…
metrô barra funda.
Se eu fosse uma frase seria…
“Bate a bunda no rio”

Não vou passar isso para ninguém, pura preguiça de procurar alguém que talvez esteja disposto a responder isso. E mal conheço as pessoas nesse mundo para responder. Mas deixo algum leitor responder, fiquem à vontade, não irei censurar ninguém, aproveitando o assunto, deixo um protesto de meu amigo B, redigido por ele mesmo.

Pô, o Mário fica me censurando e modificando meus comentários… exijo minha liberdade de expressão!!! (B)