A new start

Pretendo voltar a escrever nest blog. Na verdade, neste blog e no hattorilog.wordpress.com
Mas este segundo blog trarei assuntos mais puramente acadêmicos. Textos que estou lendo e resumos quaisquer.

Percebi nesta volta uma grande vontade de falar sobre tudo que se passou neste meio tempo (tentarei fazer isto no outro blog por motivos acadêmicos), mas não o farei aqui.

Por enquanto é só.

Fernando Hattori

Sexo

Sexo, putaria, vídeos, porno. Este post com um título destes podia ser sobre qualquer uma dessas coisa, mas é sobre como aumentar o seu número de visitas.

Ele é auto explicativo. Basta criar um post com palavras chaves bastante procuradas pela internet e eu acredito que Sexo é a maior delas. A criação de um post com o título de sexo no blog que também colaboro (Mario Drops) por um outro escritor, meu caro amigo B, aumentou consideravelmente o número de visitas no blog. Tudo por causa de uma palavra no título e nas tags.

Conclue-se que a internet é um ótimo meio de difussão de informações e conhecimento, tanto científico cultural (a parte bela e bonita da história toda) quanto sexual (de todas os gêneros, posições, idades, quantidades e raças). E pelo jeito as pessoas acabam procurando muito pelo assunto, que como disse o B move as sociedades.

Acho que este mundo do diabo não vai para o céu nem que a vaca tussa.

Fernando “rezando” Hattori

Documentos, documentos e mais documentos

Eu perdi a minha carteira. (Acho que já vi um post sobre isso, vou linkar em nome da prática da blogsfera – from Substantivolátil). O fato é que perdi a maioria dos meus documentos importantes, afinal, não carrego os não importantes. Depois de reclamar um pouco para Deus e o mundo sobre o montante perdido na transação de perda da carteira, chega a hora de bloquear os documentos bloqueáveis, abrir Bolentim de Ocorrência e esses outros abrigos legais contra o mal uso de tudo o que perdi por ai.

Eu tentei depois procurar, procurar e procurar, mas não achei. Ninguém achou ou pelo menos ninguém disse que achou e devolveu. E quando meu mundo desabava sobre a minha cabeça e ninguém se importava (sem os documentos para o governo não sou absolutamente ninguém) apareceu a pessoa que está sempre do meu lado para me apoiar, recuperar minha auto estima e meu sorriso.

Descobri algo realmente interessante de se perder os documentos importantes: você precisa de documentos para fazer novos documentos e às vezes é como se as pessoas não entendessem o fato de você ter perdido TODOS os documentos. É quase como quando preciso de óculos para achar meus óculos.

E o pior: preciso de dinheiro para conseguir novos documentos e preciso deles para ganhar ainda mais dinheiro, mas como fazer isso quando PERDI meu dinheiro?

Acho que algo está errado com o mundo torto. Está todo mundo completamente louco. E eu mal faço parte disso tudo, não tenho CPF.

Música

MÚSICA (do latim arte das musas ou musiké téchne) é constituída basicamente por uma sucessão de silêncio e sons organizados em uma faixa de tempo.

Sempre li, vi ou percebi por ai a música como algo muito presente nas vidas das pessoas. Algumas dessas pessoas são músicos profissionais e fizeram disso seu “ganha pão” (e mortadela também), mas outras não ganham absolutamente nada com música, e pelo contrário os realmente honestos podem acabar gastando bastante dinheiro com música, tentando somente curtir música.

(A discussão sobre a pirataria, as consequências para as gravadoras revoltadas e os artistas fica para outro post.)

Os músicos realmente estão diretamente ligados à música e isso já era de se esperar; além disso as pessoas ao seu redor como amigos e familiares também são esperadas nesse círculo. Mas o que realmente acho interessante é a capacidade da música de fazer parte da vida de pessoas mesmo aquelas sem talento nenhum (por favor, excluam aqueles músicos sem talento).

Algumas pessoas como eu não têm noção nenhuma da diferença entre o dó e o fá sustenido e pode ser que por algum mero acaso, eu como um amador na teoria musical, essas notas sejam a mesma ou muito parecidas até para o mais profissional dos ouvidos musicais.

A música mesmo assim sempre esteve me seguindo para os lados, mesmo que nem sempre eu estivesse realmente gostando dela como nos carros com grandes caixas de som e nos elevadores de shoppings com gerentes de péssimo mal gosto. Mas ela sempre fez parte da minha vida, geralmente em fones de ouvido, acompanhando-me nos momentos mais felizes e mais tristes.

Ainda me lembro de músicas tocando como trilha sonora para beijos e tapas (não, eu sinceramente não gosto do Leonardo), ela esteve me acompanhando em todas as longas viagens entre São Paulo e São José do Rio Preto. As músicas estiveram presentes na maiores cenas que assisti no cinema ou na televisão.

Eu já disse que um filme era bom por causa da trilha sonora (Juno) ou pela falta dela (No country for old man). Eu já senti falta de música e resolvi procurar alguns tocadores de música aleatória na internet para tentar parar de ouvir as besteiras da TV. Eu já comprei um vinil só para dizer que um dia comprei um vinil (acabei presenteando um bom amigo com ele, não tenho vitrola). Eu já comprei vários CDs e acho que isso um dia será motivo de orgulho assim como o fato de eu já ter comprado vinis.

A música é realmente algo impressionante. Acho que ela faz os meu loucos glóbulos vermelhos correrem por ai. Eu estou ouvindo música. Ouça você também.

Fernando “listening” Hattori

Mario World

Imagine alguns pequenos detalhes, joguinhos do destino. Primeiro alguém tem a infeliz idéia de nomear o próprio filho de Mario, o mesmo nome dequele italiano bigodudo encanador japonês. Depois esse Mario tem a infeliz idéia de entrar em um curso de graduação com outras várias pessoas geeks, gamers, loucos e com a internet a seu dispor. Essa internet abre caminho para tudo sobre o Mario (o dos games). Esse geeks, gamers e loucos se unem e começam a se comunicar pela internet, usando listas de e-mails.

Está feito! A vida do Mario será atormentada para sempre. E-mails e mais e-mails sobre tudo do Mario World. Até que alguém resolve organizar a bagunça toda em um blog e surge, então, o Mario Drops.

Esse blog tem a idéia de juntar tudo aquilo que os fans de Mario e o seu mundo cheio de cogumelos possui espalhado pela internet. Começa com alguns amigos em uma lista de e-mails com vários outros amigos que passam seu tempo na internet e acabam garimpando coisas e mais coisas sobre Mario.

Estou postando por lá também. Confira.

Fernando “it’s me!” Hattori

Post inútil

Na tarde quase noite de hoje não tinha absolutamente nada para fazer e resolvi postar “naquele meu blog que não abandonei por puro dó”. Só alguns fatos:

– Fiquei animado em voltar a postar por causa da Mirian (Bottan). Provavelmente, ela não sabe, mas sempre foi o blog dela que sempre me inspirou a voltar a escrever por aqui;

– Assisti Batman: The Dark Knight. Gostei. Parabéns para Heath Ledger pela atuação impecável. Fiquei para assistir os créditos, me sinti na obrigação de ver pelo menos o nome dele (pelo que vi apareceu duas vezes);

– Terminei o semestre com notas relativamente boas, só falta por motivos totalmente desconhecidos um professor (por que, ao inviés de nos enviar e-mails dizendo: “já vai, já vai”, ele não deixa a nossa nota no JupiterWeb de uma vez?).

Mas o que realmente importa é que voltarei a postar, acho. Estarei observando atentamente tudo que me acontece e quem sabe até anotando as boas idéias, acho. Estarei mais ativo aqui, acho. Até mais, acho.

Why so serious? Let’s put a smile on that face.

Fernando ” ” Hattori

Idéia para o caos paulistano

Antes de tudo uma observação em itálico: eu achei esse texto que estava escrevendo há muito tempo. O assunto já está meio saturado, mas juro que escrevi isso logo no começo das notícias dia após dia sobre os problemas do tráfego em São Paulo.

Fluxo. Em São Paulo, tomar essa direção pode significar milhares de coisas, tais como horas dentro de um carro na marginal preso dos crescentes recordes de congestionamentos. Ou talvez, possa significar cerca de 5 pessoas espremidas em menos de um metro quadrado do chão dentro dos vagões de trens que percorrem vários quilômetros entre a capital do estado e as várias cidades localizadas ao redor.

O principal motivo deve ser o número absurdamente grande de aumento de número de veículos na frota paulistana e de pessoas na metrópole paulistana. Esquecendo um pouco a super população que sempre foi problema da cidade e voltando-se para o caos no tráfego.

Eu acredito que provavelmente, o governo se verá em um estado de calamidade e será obrigado e impor o rodízio de carros durante o dia todo. Além disso, nesse novo rodízio os carros que terão permissão para circular serão somente aqueles que tiverem placa com dígito final igual a dois algarismos previamente definidos, funcionaria exatamente ao contrário do rodízio atual, diminuindo assim o número de carros em possível circulação em 80%, em comparação com o tráfego normal.

É claro que isso beneficiará os mais ricos que podem comprar 5 carros com placas com finais diferentes para serem usados em cada dia da semana, talvez, então, o mercado e as leis se adaptem e começem a vender placas de carros avulsas. Caso essa idéia das placas de carros avulsas não dê certo ou não seja regulamentado, então, surgirão empresas comprando carros e revendendo eles ainda zero mas com a placa desejada pelo comprador.

E fará os mais pobres utilizarem os transportes públicos, como já fazem. Se somente os realmente mais ricos (que podem comprar 5 carros com diferentes placas) irão continuar usando o carro todos os dias e os mais pobres continuarão usando transporte público, então, os únicos que realmente sofrerão alguma consequência serão os não tão ricos assim. Parece-me, finalmente, que não é uma idéia tão boa assim.

Pensei em outra: diminuir os impostos sobre helicópteros ou ainda dar alguma ajuda do tipo financiamento, empréstimo ou subsídio para aqueles que foram comprar os seu novo veículo aéreo. Desse modo teremos problemas com o tráfego aéreo, mas podemos também mudar os aeroportos para as áreas mais periféricas da cidade, afastando-os do caos do centro da cidade.

Cansei de falar disso. Deixem os problemas de tráfego para as autoridades de tráfego.

Mas cuidado quando estiverem dirigindo por ai, parece que o trânsito está bem ruim.

7 da manhã

Andando. Estou andando pelas ruas da cidade. Vestido com meu all star azul, minhas velhas calças e minha camiseta nova passeando pelo centro à procura de uma razão para continuar. A trilha sonora que me acompanha é o próprio som da cidade, que ao redor acorda e se correndo se prepara para outro dia no centro da velha cidade.

O relógio ainda marca 7 horas da manhã desde que sai de casa, com certeza está parado. Mas por outro lado parece que o relógio do mundo também está parado, ninguém parece perceber ou estão acostumados, mas o mundo também está parado. Com várias horas caminhando, o sol continua no mesmo lugar o tempo passa lentamente.

Nunca disse que estava andando sem rumo: chego ao meu destino. Agora tudo que preciso fazer depois de caminhar horas e horas é esperar. Esperar pela pessoa que me trouxe aqui.

Mas como alguém pode esperar algo no mundo se o tempo não passa? Se o relógio insiste em manter o relógio marcando 7 horas? Mas eu espero.

A tão esperada pessoa chega, quase 7 meses depois, com aquele velho e belo sorriso. Olho para o relógio: sim, 7 horas. Está ainda dentro do horário.

Dois segundos depois, 8 horas. Algo está errado nesse mundo. Alguém religou o tempo.