Mario World

Imagine alguns pequenos detalhes, joguinhos do destino. Primeiro alguém tem a infeliz idéia de nomear o próprio filho de Mario, o mesmo nome dequele italiano bigodudo encanador japonês. Depois esse Mario tem a infeliz idéia de entrar em um curso de graduação com outras várias pessoas geeks, gamers, loucos e com a internet a seu dispor. Essa internet abre caminho para tudo sobre o Mario (o dos games). Esse geeks, gamers e loucos se unem e começam a se comunicar pela internet, usando listas de e-mails.

Está feito! A vida do Mario será atormentada para sempre. E-mails e mais e-mails sobre tudo do Mario World. Até que alguém resolve organizar a bagunça toda em um blog e surge, então, o Mario Drops.

Esse blog tem a idéia de juntar tudo aquilo que os fans de Mario e o seu mundo cheio de cogumelos possui espalhado pela internet. Começa com alguns amigos em uma lista de e-mails com vários outros amigos que passam seu tempo na internet e acabam garimpando coisas e mais coisas sobre Mario.

Estou postando por lá também. Confira.

Fernando “it’s me!” Hattori

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Post inútil

Na tarde quase noite de hoje não tinha absolutamente nada para fazer e resolvi postar “naquele meu blog que não abandonei por puro dó”. Só alguns fatos:

– Fiquei animado em voltar a postar por causa da Mirian (Bottan). Provavelmente, ela não sabe, mas sempre foi o blog dela que sempre me inspirou a voltar a escrever por aqui;

– Assisti Batman: The Dark Knight. Gostei. Parabéns para Heath Ledger pela atuação impecável. Fiquei para assistir os créditos, me sinti na obrigação de ver pelo menos o nome dele (pelo que vi apareceu duas vezes);

– Terminei o semestre com notas relativamente boas, só falta por motivos totalmente desconhecidos um professor (por que, ao inviés de nos enviar e-mails dizendo: “já vai, já vai”, ele não deixa a nossa nota no JupiterWeb de uma vez?).

Mas o que realmente importa é que voltarei a postar, acho. Estarei observando atentamente tudo que me acontece e quem sabe até anotando as boas idéias, acho. Estarei mais ativo aqui, acho. Até mais, acho.

Why so serious? Let’s put a smile on that face.

Fernando ” ” Hattori

Idéia para o caos paulistano

Antes de tudo uma observação em itálico: eu achei esse texto que estava escrevendo há muito tempo. O assunto já está meio saturado, mas juro que escrevi isso logo no começo das notícias dia após dia sobre os problemas do tráfego em São Paulo.

Fluxo. Em São Paulo, tomar essa direção pode significar milhares de coisas, tais como horas dentro de um carro na marginal preso dos crescentes recordes de congestionamentos. Ou talvez, possa significar cerca de 5 pessoas espremidas em menos de um metro quadrado do chão dentro dos vagões de trens que percorrem vários quilômetros entre a capital do estado e as várias cidades localizadas ao redor.

O principal motivo deve ser o número absurdamente grande de aumento de número de veículos na frota paulistana e de pessoas na metrópole paulistana. Esquecendo um pouco a super população que sempre foi problema da cidade e voltando-se para o caos no tráfego.

Eu acredito que provavelmente, o governo se verá em um estado de calamidade e será obrigado e impor o rodízio de carros durante o dia todo. Além disso, nesse novo rodízio os carros que terão permissão para circular serão somente aqueles que tiverem placa com dígito final igual a dois algarismos previamente definidos, funcionaria exatamente ao contrário do rodízio atual, diminuindo assim o número de carros em possível circulação em 80%, em comparação com o tráfego normal.

É claro que isso beneficiará os mais ricos que podem comprar 5 carros com placas com finais diferentes para serem usados em cada dia da semana, talvez, então, o mercado e as leis se adaptem e começem a vender placas de carros avulsas. Caso essa idéia das placas de carros avulsas não dê certo ou não seja regulamentado, então, surgirão empresas comprando carros e revendendo eles ainda zero mas com a placa desejada pelo comprador.

E fará os mais pobres utilizarem os transportes públicos, como já fazem. Se somente os realmente mais ricos (que podem comprar 5 carros com diferentes placas) irão continuar usando o carro todos os dias e os mais pobres continuarão usando transporte público, então, os únicos que realmente sofrerão alguma consequência serão os não tão ricos assim. Parece-me, finalmente, que não é uma idéia tão boa assim.

Pensei em outra: diminuir os impostos sobre helicópteros ou ainda dar alguma ajuda do tipo financiamento, empréstimo ou subsídio para aqueles que foram comprar os seu novo veículo aéreo. Desse modo teremos problemas com o tráfego aéreo, mas podemos também mudar os aeroportos para as áreas mais periféricas da cidade, afastando-os do caos do centro da cidade.

Cansei de falar disso. Deixem os problemas de tráfego para as autoridades de tráfego.

Mas cuidado quando estiverem dirigindo por ai, parece que o trânsito está bem ruim.

7 da manhã

Andando. Estou andando pelas ruas da cidade. Vestido com meu all star azul, minhas velhas calças e minha camiseta nova passeando pelo centro à procura de uma razão para continuar. A trilha sonora que me acompanha é o próprio som da cidade, que ao redor acorda e se correndo se prepara para outro dia no centro da velha cidade.

O relógio ainda marca 7 horas da manhã desde que sai de casa, com certeza está parado. Mas por outro lado parece que o relógio do mundo também está parado, ninguém parece perceber ou estão acostumados, mas o mundo também está parado. Com várias horas caminhando, o sol continua no mesmo lugar o tempo passa lentamente.

Nunca disse que estava andando sem rumo: chego ao meu destino. Agora tudo que preciso fazer depois de caminhar horas e horas é esperar. Esperar pela pessoa que me trouxe aqui.

Mas como alguém pode esperar algo no mundo se o tempo não passa? Se o relógio insiste em manter o relógio marcando 7 horas? Mas eu espero.

A tão esperada pessoa chega, quase 7 meses depois, com aquele velho e belo sorriso. Olho para o relógio: sim, 7 horas. Está ainda dentro do horário.

Dois segundos depois, 8 horas. Algo está errado nesse mundo. Alguém religou o tempo.

Rebirth — Hideto Frantanor

Ainda entorpecido pelos sonhos cheios de cores e luzes, acordei e calculei o horário aproximado baseando-me basicamente na escuridão que a noite ainda parecia ter, pois não conseguia ver o mostrador do relógio no criado-mudo. Devia ser plena madrugada ainda, não se notava nem um mínimo rastro de luz, pensei que talvez faltasse a mim abrir os olhos, mas eu já tinha aberto-os e disso eu tinha certeza. Resolvi acender a luz e quem sabe encontrar o relógio-despertador.

Click

Continuei não vendo nada e estranhei, até me lembrar do terrível acidente há dois dias. De dentro do carro eu só podia ver tudo girando depois de desviar daquela moto, até trombarmos com um muro e tudo ficar escuro (para sempre). Agora, entendo porque não via o relógio, ele não estava mais lá.

Click

Eu não precisarei mais dessa lâmpada e nem do relógio, o médico que alertou que provavelmente isso seria permanente. Sem saber o que fazer diante dessa nova situação, me pus a chorar. Ainda podia sentir as lágrimas rolando minha face, até terminar salgada nos lábios, mas ninguém poderia me ver assim, eu precisava parecer forte, forte por aqueles que não tiveram a sorte de terem perdido só parte de suas vidas.

Me levantei finalmente e percorri o caminho até o banheiro pensando. Pensando que ali, eu conhecia cada contorno, esquina, obstáculo, mas como seria fora de minha própria casa? No banheiro, lavei o rosto e saí. Precisava andar um pouco, esfriar a cabeça. Me via criança, onde o mundo era diferente e meus sentidos trazia ao meu cérebro todas as mais novas sensações.

Resolvi andar pela cidade, deixar de me limitar aos meus ladrilhos.

Com ajuda de alguém que poderia ser um parente, andei por todos os cantos que eu já conhecia, mas acabei redescobrindo-os. A vida era bem diferente agora, cada lugar conhecido era desconhecido, descobri que eu mudara muito, que jamais seria a mesma pessoa. Eu não diria que nasci de novo, se estive tão perto da morte, mas que tudo era como se isso realmente acontecido, isso eu diria.

Mas depois de algum tempo convivendo com isso, senti aquele cheiro. Inconfundível. Aquele cheiro que eu jamais esqueceria, que veio pouco antes daquela voz e daqueles toques que juntos formariam aquela pessoal inesquecível. Aquela era a pessoa certa, que eu passaria o resto de minha vida observando o sorriso.

Ao lado, aprendi a viver a minha mais nova vida. Descobri o lado bom, que finalmente dominou o lado mau.

Hideto Frantanor

Rebirth — Corpo

Vi esses dias na calçada um corpo morto, sem vida, um defunto. Acho que é bastante óbvio que várias outras pessoas o viram também, mas nenhuma deu a importância necessária ou pelo menos importância suficiente para ao menos retirá-lo dali. Somente desviaram e continuaram seu próprio caminho atrás de seus próprios objetivos.

Logo lembrei, é claro, de uma obra de  algum bom e grande cronista que algum dia li. Mas não lembro agora o nome do autor nem obra. Ficarei devendo essa para os leitores. Devendo para o resto da eternidade é claro.

Parei por alguns instantes e observei como ele estava morto, com os membro e a barriga para cima, acho que não senti dó, talvez um pouco de nojo. Acho que é porque não o conhecia. Como ninguém agia, resolvi eu mesmo tomar uma decisão e efetuá-la, simplesmente me levantei de novo (pois estava agachado bem próximo do corpo) e chutei aquela barata para a sarjeta, onde ela teria o funeral que merece: levada pela primeria chuva.

Guia de um suicida

No dia de hoje, que por mais incrível conhecidência que possa parecer é o dia seguinte ao dia em que comemoramos a morte de um mártir da inconfidência mineira, Tirantes. Estive no centro da grande cidade de São Paulo.

Vi um suicida, na verdade mais que um simples suicida, um suicida fracassado. Talvez por isso, tive motivação para deixar aqui este texto.

Se você pretende se suicidar e pretende ao mesmo tempo morrer atropelado, procure por uma via sem trânsito, longe de qualquer veículo, de preferência onde não seja possível ou comum atingir velocidade maior que 10km/h. Encontrada a via nessas condições, simplesmente deite-se na via e espere.

Provavelmente a espera seja a pior parte de uma tentativa de suicídio, aproveite para ir pensando se isso valerá mesmo a pena, quero dizer, se não valerá a pena volta a trás e desistir disso tudo. Tente se lembrar que você ainda pode ter uma chance e quanto antes desistir maior ela será.

Lembre-se de mártires que morreram (que coisa, não!?) pela felicidade geral. Você morerá pela felicidade geral? Tem certeza disso? Se não tiver, acho melhor nem terminar com isso, só nos dará mais trabalho, vá ajudar em alguma coisa.

Espero com esse texto ajuda pobres mentes suicidas.

Fernando “quase mais um atropelado na grande SP” Hattori

Independência ou Morte

Depois de anos e anos encarcerado dentro de um espaço tão pequeno que impossibilita ele se levantar e se sentar, acredito que meu cérebro está tentando com todas suas forças conquistar independência ou liberdade do resto do corpo, nem tento contrariar muito porque sei que realmente o resto do meu corpo, além de manter o cárcere, tem realmente atrapalhado o total exercício mental. Dois malditos que sempre atrapalham são o estômago, com sua eterna insatisfação, e a bexiga, consequência da eterna insatisfação do estômago.

Então, cansado de tudo isso, meu cérebro resolveu começar uma guerra aberta por sua própria libertação. Infelizmente para mim, ele tem doído toda noite tentando sair do meu próprio crânio, e pelo jeito, está quase a ponto de romper a parede cranial e conseguir sua tão desejada liberdade.

Ou, talvez, tudo que ele deseja é me alertar sobre qualquer coisa que possa estar me provocando algum problema. Mas ele se esquece que fazendo isso é que eu arranjo outro problema.

Cansei de viajar nisso.

Fernando “simples enxaqueca” Hattori

Falta do que fazer

Geralmente, quando escrevo algo nesse blog estou acometido por uma incrível e gigantesca falta do que fazer, mas dessa vez é uma situação realmente diferente. Eu tenho sim o que fazer e muito. Acho que isso é o que mais me provoca indignação, pois quando resolvemos limpar nossa consciência e terminar todos os nossos deveres acadêmicos, surge a maravilhosa sessão de informática, seus eficientes funcionários e o fascinante controle administrativo sobre tudo isso.

Como leio no computador logo aqui ao lado:

“Os recursos computacionais da Universidade destinam-se, exclusivamente, ao desenvolvimento de suas atividades de ensino, pesquisa e extensão.” (Código de Ética da USP – Res. 4871, art 36)

Ótimo, agora eu escreveria logo abaixo:

“Os recursos computacionais da Universidade destinado ao desenvolvimento de atividade de ensino, pesquisa e extensão devem ser supridos pela sessão responsável e, em caso negativo, cobrados pela administração responsável” (Código de Ética da USP – Res. 5000, art 666)

Como posso desenvolver minha atividade sem um editor de texto mais descente (com mais recursos) que o wordpad? (Prefiro o open office, mas pode ser o microsoft mesmo) Como posso desenvolver atividades de ensino que requerem um determinado software, se a única versão disponível não está atualizada e muito menos acessável por falta de licença? Eu próprio poderia suprir tudo isso, mas como se a Universidade não confia em seus alunos para lhes dar acesso irrestrito aos recursos computacionais?

Acho que essas pessoas responsáveis não são tão responsáveis assim, alguns podem até me reprimir dizendo que talvez eu devesse tomar alguma atitude, mas acreditam mesmo que funcionaria? Temos problemas todos os semestre com softwares desatualizados e sem licença, eles nunca consertam tudo devidamente. É sempre assim, por mais que as pessoas insistam.

Estou passando por um ócio criativo forçado, que me levou a escrever dois posts somente no dia de hoje. Acho melhor eu procurar algo para fazer ou ficarei pior.

Fernando “fazendo nada” Hattori

Nada é exatamente o que era

Muitas vezes, é exatamente esse título que eu sinto da minha vida. Isso por causa de algumas decepções rotineiras, não decepções amorosas (conhecidos podem opinar mais detalhadamente nesse ponto). Mas algumas decepções eventuais (“relativas a eventos”), juro que achei realmente que aquilo era mês que vem e juro também que me disseram que disseram que aquela organização estaria presente.

Não foi minha culpa se repassei informações erradas. Algumas chegaram tortas outras foram mal interpretadas mesmo, aliás, uma dessas que chegaram tortas acho que foi culpa da tentativa de publicidade do tal evento, quase como uma estratégia de marketing falacioso, que por ser puramente verbal conta uma grande vantagem no sentido da impunidade.

Mas mais que sobre essas coisas que eu imaginava que eram algo e na verdade são coisas totalmente diferentes, esse título ou este post é para falar de coisas muito maiores. Coisa que possivelmente também parecem coisas que não serão em um futuro talvez bem próximo.

“Essa é a corrente da vida, é assim que o mundo caminha.” (Raduan Nassar)

Deixo aqui uma citação com fonte e tudo mais, por causa de algumas acusações injustas sobre a fonte mental de tudo que tenho escrito em páginas da web. Mas como disse certa vez um escritor na televisão, a imaginação vem de um lugar onde armazenamos tudo que passamos, lemos, vimos, cheiramos, comemos, sentimos e todos esses verbos no passado que nos remetem diretamente a sensações.

AVISO: Se você, leitor ou não, não entendeu absolutamente nada, não se importe. Este é somente mais um post sem propósito e sem sentido da minha vida de pequenas grandes idéias escritas em grandes pequenos textos enviados em um grande servidor para um pequeno número de leitores, ou não.

Se você leu só esse parágrafo final, parabéns! Você economizou um tempinho, agora vá fazer algo útil por favor.

Fernando “viajando na falta do que fazer” Hattori