Universidade pública e seus diretores

Às vezes tenho dúvidas de onde vamos parar com essa nova guarda de patrimônio. Nosso adorável diretor nos enviou um amável convite a todos os alunos (ou pelo menos aqueles presentes na lista de alunos da USP) e seus amigos e familiares, mas infelizmente, a guarda de patrimônio que cerca os domínios (públicos) da universidade e restringe o acesso a pessoas previamente selecionadas em concorridíssimos concursos ou vestibulares.

Ou seja, recuso o convite pelo menos aqueles direcionado para meus amigos e parentes. Pelo motivo óbvio que acredito que eles não gostariam de serem barrados diante da entrada de uma universidade pública.

Aproveito esse post para deixar aqui a resposta de um meme passado por mim pelo Kajiya. A proposta pelo jeito é continuar várias setenças de acordo com meus próprios gostos pessoais. Lá vai.

Se eu fosse um mês seria… Janeiro de férias.
Se eu fosse um dia da semana seria… Sábado de dscanso.
Se eu fosse um número seria… primo.
Se eu fosse um planeta seria… aquele que nenhum terrestre nunca viu.
Se eu fosse uma direção seria… right.
Se eu fosse um móvel seria… uma mesa de centro, talvez porque não fique no canto.
Se eu fosse um liquido seria… Coca-Cola.
Se eu fosse um pecado seria… gula. xP
Se eu fosse uma pedra seria… algo parado.
Se eu fosse um metal seria… uma pedra.
Se eu fosse uma árvore seria… um móvel, porque as árvores que conheço estáo servindo de cadeiras, mesas e estantes.
Se eu fosse uma fruta seria… acho que não gostaria de ser uma fruta.
Se eu fosse uma flor seria… muito menos uma flor.
Se eu fosse um clima seria… neve, bastante neve.
Se eu fosse um instrumento musical seria… um sem ritmo.
Se eu fosse um elemento seria…
uma xinforinfora.
Se eu fosse uma cor seria… amarelo.
Se eu fosse um animal seria… um Hato.
Se eu fosse um som seria… o som de trezentos elefantes sapateando sobre humanos aos berros.
Se eu fosse uma letra de música seria… Gita. xD
Se eu fosse uma canção seria… a quinta de Beethoven.
Se eu fosse um estilo de musica seria… algo entre rock, punk, clássica, emocore, hardcore e MPB.
Se eu fosse um perfume seria… de grama molhada pela neve.
Se eu fosse um sentimento seria… ansiedade.
Se eu fosse um momento seria… a explosão de uma estrela.
Se eu fosse um livro seria… O Senhor dos Anéis, JRR Tolkien .
Se eu fosse uma comida seria… lasanha.
Se eu fosse um lugar (cidade) seria… Londres.
Se eu fosse um gosto seria… de lasanha?
Se eu fosse um cheiro seria… de lasanha?
Se eu fosse uma palavra seria… um sujeito.
Se eu fosse um verbo seria… em inglês, read or sleep.
Se eu fosse um objeto seria… uma moeda.
Se eu fosse uma roupa seria… branca ou preta.
Se eu fosse um chapéu seria… muito útil hoje.
Se eu fosse uma parte do corpo seria… o cérebro.
Se eu fosse uma expressão seria…
“Let’s Go!” (mentira).
Se eu fosse um desenho animado seria…
Os simpsons.
Se eu fosse um filme seria… O Rei Leão.
Se eu fosse forma seria…
quadrado.
Se eu fosse uma estação seria…
metrô barra funda.
Se eu fosse uma frase seria…
“Bate a bunda no rio”

Não vou passar isso para ninguém, pura preguiça de procurar alguém que talvez esteja disposto a responder isso. E mal conheço as pessoas nesse mundo para responder. Mas deixo algum leitor responder, fiquem à vontade, não irei censurar ninguém, aproveitando o assunto, deixo um protesto de meu amigo B, redigido por ele mesmo.

Pô, o Mário fica me censurando e modificando meus comentários… exijo minha liberdade de expressão!!! (B)

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Oscar

Além de um antigo jogador brasileiro de basquete masculino. É também uma das maiores premiações (pelo menos, a mais comentada, assistida e com um belo tapete vermelho na entrada) no mundo cinematográfico, duvido muito que alguém não vá contestar essas última frase, mas eu realmente não me importo.

Tentei assistir ao começo da premiação pela televisão e tive uma das maiores frustações da minha vida: na TV brasileira, a cobertura do Oscar é dublada. Ou seja, ouvimos o apresentador em si dizendo em inglês e logo em seguida o tradutor traduzindo tudo simultaneamente. Isso, na minha humilde opinião, é horrível, a pior opção que os organizadores da rede de televisão brasileira podiam fazer, não se entende o que o cara fala em inglês (mesmo com um certo conhecimento da língua, suficiente para traduzir alguns textos) e muitas vezes nem o cara traduzindo simultaneamente, já que o audio se confunde o tempo todo.

Eu realmente não saberia como exatamente transmitir esse tipo de evento, já que se for o caso de uma legenda, pode acabar aparecendo por cima de algum texto que vem da transmissão do próprio Oscar. Talvez, quem sabe, com a transmissão do sinal digital de TV, podemos escolher a opção que mais agradar, escolher em perder alguns textos ou algumas falas. Acabo de descobrir que aguardo ansiosamente a chegada da TV digital, a verdadeira, não essa transmissão estranha que a única vantagem é uma suposta melhoria na qualidade de audio e vídeo, espero a transmissão que fará os telespectadores interagir mais que alterar o canal, volume, brilho e contraste.

Aproveito para responder à TAG enviada a mim pelo Mário, do blog Palavras Aleatórias. TAG é quando alguém escolhe algo qualquer (geralmente um subtantivo) e dá a si mesmo uma característica em relação a isso, tipo: mãe moderninha (da propagando do sorvete). Depois passa a vez para um amigo seu (dele, de quem começou, não seu, leitor).

Eu deveria escolher desta lista o tipo de geek (idiota fissurado) que eu mais me caracterizo. Depois de um tempo analisando, fiquei basicamente entre dois Geeks, mas resolvi homenagear o meu amigo que me indicou para a tag. Portanto.

Sou um:

Nintendo Geek

E ex:

Lego Geek

Então, é isso! Eu realmente não sei para quem mandar essa corrente. Por isso, para ninguém dizer que eu quebrei o tag, desafio os leitores a comentarem aqui o tipo de Geek que mais se encaixam, se algum tiver seu próprio blog e quiser deixar seu link, esteja à vontade.

Juno (e os testes)

 Juno in ultra sound

Juno.

Um bom filme? Sim.

Se eu recomendo? Sim, provavelmente.

Mas eu realmente não desejo que ninguém saia imediatamente de sua cadeira na frente de seu computador e vá direto aos cinemas à procura desse filme, afirmo isso mesmo tendo certeza que ninguém o fará. O fato relevante que me fez escrever sobre o filme não é a qualidade dele, mas sim um pequeno detalhe que me deixou realmente intrigado. E se eu fizer um teste de gravidez caseiro? O que exatamente esse teste tenta detectar na urina? Será que um homem possui esse hormônio naturalmente e a mulher somente quando estiver grávida? Ou uma questão ainda mais estranha: estaria eu grávido? (acho que essa é a grande pergunta para aqueles que procuram por testes de gravidez e a grande pergunta que esses tipos de testes tentam responder).

Achei incrível a capacidade de um filme ou de um fato nos levar a procurar termos estranhos no google atrás de respostas rápidas e não necessariamente de fontes tão confiáveis assim. Quero dizer, tanto faz se o primeiro site resultado da busca por “teste de gravidez” é realmente confiável e que traz boas referências bibliográficas.

Encontrei. Todos os sites que acessei eram claros: a maioria dos testes de gravidez procuram por um hormônio específico que só aparece em circulação no sangue e na urina (? urina circula?) quando a mulher está grávida. Ninguém disse-me se esse hormônio gonadotrofina coriônica humana (hCG) pode ser encontrado em homens por um motivo qualquer, mas acredito que não.

Mas irrelevando os fatos, os resultados da busca, as pesquisas sobre o hormônio, o filme eu desejo um dia fazer o teste de gravidez em mim mesmo. Quem sabe eu compre um teste mais inteligente e ele revele que eu sou homem e, portanto, não posso estar grávido ou revele simplesmente que estou grávido, ficando a cargo de outros testes admitir se sou realmente homem. Eu duvido que esteja grávido, não tenho motivos para acreditar nisso, mas aposto como Maria (leia a Bíblia, se quiser) também não.

Qualquer coisa, eu revelo aqui o resultado.

Fernando “grávido” Hattori

Errando – ON

Estive andando por ai aprendendo. Infelizmente este ainda é um bom método de se aprender as coisas e muitas vezes está fora de nossa capacidade decidir se erraremos ou não. Creio que acabamos errando muitas vezes inconscientemente. Mas fato é que depois de minha andanças por ai (falo do blog de Hideto Frantanor) aprendi a lição: não, não funciona tentar afastar o conteúdo de um blog pessoal de sua pessoa. Pode até parecer que funciona, mas muitas vezes você sente a necessidade de escrever sobre qualquer fato próximo demais de você mesmo.

Mas não posso dizer que não estou feliz com a volta para este MEU mundo.

Fernando “voltando e errando” Hattori

Descobertas recentes num mundo moderno

Existem coisas que realmente a gente só descobre depois que talvez elas não sejam mais necessárias ou prioridades. Descobri, depois de morto, que Alternative é o que realmente gosto, independentemente do fato de eu não saber exatamente o que é isso e de não saber categorizar as coisas nisso. Mas fato é que gosto, as consideradas por melhores estão sob essa categoria ou sob uma outra categoria chamada Rock, que deve ser mais conhecida.

Alguns diriam: “mas que perfeito imbecil”, mas pouco importa isso nesse momento.

Música é a única coisa que me acompanha desde os últimos momentos. Primeiro é claro a velha marcha fúnebre de algum velho compositor, que pode já tê-la ouvido tocada para si mesmo.

Mas o fato é que disse descobertas e não descoberta. Descobri também que a maioria esmagadora das pessoas nesse país possuem grande probabilidade de morrer antes do início do próximo milênio, essa situação pode parecer óbvia, mas constam estudos também que isso é bastante recente, tendo mudado consideravelmente há aproximadamente oito anos atrás.

Só para lembrar: uma pessoa morreu, passou para o mundo de lá. Ainda não o vi, mas se o fizer prometo que peço um autógrafo.

FRANTANOR, Hideto

S.O.S.

Esta é uma velha sigla, usada em situações de emergência.

Alguém, por favor, me leve ao médico que estou passado mal (às vezes, me esqueço que sou somente um defunto agora). Chegar em um hospital poderia ser para as pessoas que estão lá a coisa mais comum de novo. Mas está acontecendo de novo, ou pelo menos, sinto de novo aquelas mesmas dores. Aquilo que me levou à morte morrida e matada.

FRANTANOR, Hideto.

TV

Eu? Fanático por filmes? Provavelmente depois até de mudar de caminho. Mas fato é que para aqueles fãs do mangá Death Note devem assistir o filme “O último jantar”, com atuações de alguns conhecidos atores e atrizes, tipo Cameron Dias.

Não que o filme seja uma história muito aparecida com o mangá de Tsugumi Ohba e Takeshi Obata, mas pode se dizer tem vários aspectos muito parecidos. Não entrarei em nenhum detalhe, porque certamente algumas pessoas nem se importaram com isso e outras achariam realmente detestável saber de qualquer coisa da história antes de ter chance de conhecer a história em seu “papel original” (em lugar de “papel original”, leia-se o meio como originalmente o autor deixou sua obra). Seria como ver a Monalisa pela primeira vez em uma foto muito mal feita e impressa em um livro, com as dimensões menores que uma página de tamanho A4.

Mas o fato é que o considerei um filme bom, mesmo sem assistir ao final.

Ver televisão no noite de ontem me fez pensar diversas coisas, como por exemplo, por que aquele canal estava mostrando uma reportagem sobre maltratos a animais exatamente igual e no mesmo horário que já tinha feito há várias semanas? Seria algum tipo de reprise? E ainda surgiu uma pessoa dizendo/comentando sobre a longa reportagem e no canto da tela constava “ao vivo”, é claro que talvez aquele apresentador disse tudo aquilo ao vivo mesmo, mas como confiar em algo reaproveitado?

E também, é bom agradecer à TV Cultura pelas músicas que começam a tocar depois de terminada toda a programação do dia. São realmente boas músicas, tocadas por ótimos músicos. Não é algo que se passe a madrugada inteira ouvindo, mas é uma ótima companhia nos intervalos de filmes que possam estar passando nos outros diversos canais.

Depois a editora JBC pode me agradecer pela pequena propaganda, mas é que realmente a publicação merece.

FRANTANOR, Hideto

this is not the end YET

Outro dia, conheci uma dessas pessoas que passam pela sua “vida”, têm uma pequena participação quase insignificante e depois só viram as costas e partem. Essa pessoa me disse várias coisas interessantes e a maior delas foi que tinha descoberto o segredo da imortalidade, não que os mortos se interessem muito pela imortalidade, pela vida ou pela morte, mas o fato é que já fui vivo e já senti medo/preocupação em relação à morte. Mas esta é uma coisa realmente muito banal, que todos os dias acontece aos montes em todo o mundo, não passa de uma simples passagem como bem sabia o sábio Gandalf, the White. Transcrevo uma passagem do grande livro “O Senhor dos Anéis” já que ninguém do outro mundo tem autorização para sair dizendo aos mortais o grande clímax.

Pippen: I didn’t think it would end this way…
Gandalf: End? No, the journey doesn’t end here… Death is just another path, one that we all must take… The grey rain curtain of this world rolls back and all turns to silver glass… and then you see it…
Pippen:
What, Gandalf? See what?
Gandalf: White shores… And beyond… A far green country under a swift sunrise.
Pippen:
Well, that isn’t so bad.
Gandalf: No… no it isn’t.

E esse é o principal motivo que me leva a escrever sobre isso. As pessoas vivas, infelizmente, se importam e se preocupam demais com tudo isso. O segredo da imortalidade é realmente simples: ela não existe. Não é possível permanecer vivo do modo como se pensa a vida enquanto se vive. A vida é vista como a presença orgânica e intelectual (para não entrarmos em detalhes religiosos) e infelizmente toda matéria orgânica está dentro de um ciclo constante, que não pode ser quebrado em nenhuma circustância, e faz parte do ciclo que essa matéria se deteriore para que seja reaproveitada em outras matérias.

Existe também a chama imortalidade genética, mas isso entraria em discussões não exatamente desejáveis.

Por um outro lado, é possível permanecer vivo em relação à sua parte intelectual. Para isso, já é conhecida e clichê a fórmula: faça-se ser lembrado. Realiza algo grandioso que possa ser lembrado para o resto da eternidade, esteja vivo nas memórias de cada pessoa em cada canto do mundo. Um pouco difícil, mas você queria o quê? Ter uma fonte da imortalidade/juventude no quintal da sua casa?

FRANTANOR, Hideto